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quinta-feira, 30 de junho de 2011

NOVIDADE NO ESPAÇO BEM NASCIDO: Curso para casal grávido individualizado

Desde o momento em que o teste deu positivo,você vem curtindo ao máximo a gestação, alisando a barriga que ainda nem aparece e imaginando como vai ser seu bebê.
Mas a cada momento aparecem muitas dúvidas, o que é normal?, que tipo de parto vou escolher? e o pós parto?
O bem estar do bebê  passa pelo bem estar da mãe que depende diretamente do bem estar e do apoio do pai.
Não podemos esquecer que com o nascimento do primeiro filho, nasce uma mãe, um pai, nasce uma família e nascem os avós.
Por isso é importante a informação e o equilíbrio.


O CURSO BEM INFORMADO acontece de forma não convecional e é destinado de preferência à casais.
As aulas são marcadas previamente de acordo com a disponibilidade do casal, com duração de 2 horas.
Cada aula aborda um tema diferente que começa e acaba no mesmo encontro.

O casal pode escolher entre 13 temas diferentes.

1- Tipos de parto
2- Amamentação
3- Trabalho de parto (sinais, posicionamento,como o pai pode auxiliar neste momento)
4- Enxoval e as malas da maternidade
5- Primeiros Socorros
6- Banhos e Cuidados com o recém-nascido
7- Os avós
8- Visita a uma maternidade e bate papo com o pediatra
9- Gravidez saudável
10- Relaxamento
11- Atividade física na gravidez
12- Primeiro mês: a prática da teoria
13- Cólica (o que fazer?)
14- Escolha o tema

Não deixa para a última hora, marque já seu curso e esclareça todas suas dúvidas!

Agendamentos no telefone 13-9785-0126

Dicas para um sono tranquilo das crianças

A pediatra Márcia Hallinan, do Laboratório do Sono da Universidade Federal de São Paulo, preparou um lista de situações que você, provavelmente, já enfrentou. Para que os pequenos aprendam a dormir, ela explica que é necessário rotina, ajuste de horários e paciência, muita paciência. Veja 14 dicas infalíveis.

 
1 - O ritual começa no fim da tarde, por volta das 18h: é hora de desacelerar

2 - Ofereça o jantar por volta desse horário ou três horas antes de a criança ir para a cama. Se os pais não estiverem em casa, outra pessoa pode tomar conta da tarefa. No caso dos bebês, a última mamada deve ser perto das 23h

3 - Evite deixar que as crianças assistam a desenhos de terror ou drama à noite ou joguem games com o mesmo tema. O ideal é que computador e TV não façam parte da mobília do quarto delas

4 - Duas horas antes da hora da criança dormir, desligue a televisão ou o computador. Em vez disso, que tal brincar com ela?

5 - Melodias tranqüilas preparam a criança para dormir. Na hora do sono, porém, desligue o aparelho. Ela precisa de um ambiente calmo, sem barulho

6 - Antes de ir para o quarto, um banho morno ajuda a relaxar

7 - Se eles tiverem fome antes de dormir,ofereça comidas leves, como um leite com biscoito ou barras de cereal

8 - A leitura é um bom hábito para toda a família, antes de dormir. Acalma os pequenos e ainda aproxima pais e filhos

9 - Depois, deixe as crianças no quarto, seja na cama ou no berço, sozinhas. Se reclamarem, os pais podem ficar por ali até que peguem no sono, mas nada de colo. A presença transmite segurança e, como tempo, elas vão aprender a adormecer sem vocês por perto

10 - O ambiente deve ser silencioso, escuro e fresco

11 - Além de dar segurança à criança que tem medo de escuro, a luz de cor azul tem efeito calmante. Mas para as que não se importam, o melhor é apagar todas as luzes

12 - Outra coisa que deixa os pequenos mais tranquilos é o chamado objeto de transição, que pode ser um boneco de pano, bicho de pelúcia ou uma fralda

13 - Um beijo de boa-noite simboliza que o dia acabou

14 - Essa rotina deve ser seguida diariamente. O ideal é que as crianças sejam colocadas para dormir e acordem sempre no mesmo horário


Fonte: Revista Crescer

Mãe que amamenta pode tomar remédio?

Neste ano, o Ministério da Saúde lançou a segunda edição do manual de “Amamentação e o uso de drogas”. O objetivo é auxiliar, principalmente, os médicos na hora de receitar remédios para mulheres que estão amamentando. Por sua vez, as mães que ingeriram um analgésico, por exemplo, podem falar com o obstetra e pedir para que ele consulte o manual, uma vez que a linguagem utilizada é cheia de jargões próprios da área, e veja quais são as possíveis reações no bebê. O compilado está disponível para consulta no site da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano.

Enquanto há médicos que indicam a espera de um tempo entre a ingestão de um remédio e a amamentação para a "desintoxicação" do leite, outros, como a pediatra do hospital Santa Joana, Dra. Clery Gallacci, não vêem problemas no consumo de analgésicos e antiinflamatórios. O alerta fica por conta de quimioterápicos, usados no tratamento contra câncer, e alguns antidepressivos. “A medida é sempre o bom senso. Tanto para café, que pode excitar demais o bebê, quanto para remédios que combatem a dor de cabeça, o ideal é não cometer excesso”, alega a pediatra.

Saber o que, exatamente, o leite materno passa para o bebê ainda é um assunto que gera controvérsias. Segundo Regina Guedes, responsável pelo banco de leite do hospital São Luiz, não há pesquisas que indiquem que tudo aquilo que a mãe ingere vai, de fato, para a criança. “O que temos de concreto é que cigarro e álcool, principalmente em grandes quantidades, podem passar para o leite. O resto, ainda não se sabe com certeza”.

Entretanto, Regina explica que a mãe precisa, sim, tomar cuidados com a alimentação. Para ela, o mais adequado é manter a mesma dieta equilibrada da gravidez, principalmente porque o organismo da mulher precisa trabalhar mais para produzir o leite - o que explica porque muitas emagrecem durante esse período. A hidratação também é importante. “O neném, por meio da sucção, estimula a produção do hormônio ocitocina, responsável, entre outras coisas, por aumentar a sede da mãe. Recomendo que elas sempre tenham por perto uma garrafinha de água ou suco”, comenta.

Saber a quantidade certa ou se a mulher pode ou não ingerir determinado medicamento quando necessário são decisões muito específicas e que variam de mãe para mãe. Não há uma fórmula pronta para todas. Por isso especialistas insistem que o melhor mesmo é sempre consultar o seu médico, afinal ele tem conhecimento do seu caso e pode auxiliar de maneira correta.

Fonte: Revista Crescer

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Grupo de gestante - reuniões

Estou vivendo uma fase que sinto necessidade de coisas novas, sinto falta de criar!
Tenho reparado que em nossa cidade temos uma carência de grupos de gestantes. Hoje em dia quando uma mulher grávida tem dúvida sobre qualquer coisa relacionada a maternagem, parto ou pós parto ela recorre a internet, aos grupos ou listas.
Em cidades como Campinas, São Paulo existem grupos que se reúnem semanalmente ou mensalmente para discutir temas relacionados ao parto,cuidados com o bebê, pós parto...
Além de esclarecer suas dúvidas, o intuito é integrar!  Tentar fazer com que você perceba que não é a única desmemoriada da face da Terra rsrsr.
O que vocês acham desses grupos?
Meninas, preciso de idéias!!

Aguardo ansiosamente a ajude de vocês!
Me enviem por e-mail paulaylsampa@hotmail.com
Bjs

Como fortalecer e massagear o períneo


Exercício 1 - Contração e Relaxamento

Deite-se de costas, de lado, ou de bruços, com as pernas e o peito relaxados. Imagine o “oito” do assoalho pélvico. Faça uma contração e sinta os esfíncteres ficando mais apertados e as passagens internas (vagina, uretra, ânus) mais fechadas. Relaxe. Concentre-se no esfíncter da frente, o que fecha a vagina e a uretra. Coloque a ponta dos dedos em cima do osso do púbis (mais ou menos onde começam os pêlos, indo da barriga para a vulva) e contraia bem forte a vagina. Dá para sentir a contração nos seus dedos também, pois o osso se move. Conte até cinco e relaxe. Repita 10 vezes. À medida que você ficar mais forte nessa área vá aumentando as repetições. O ideal é chegar a 50 vezes, três vezes ao dia.

Exercício 2 - Elevador

Coloque-se em uma posição confortável. Imagine que você está subindo em um elevador. À medida que você sobe os andares, tente imaginar os músculos cada vez mais contraídos, sem perder a contração que vai se acumulando. Quando estiver bem contraído, vá descendo os “andares” aos poucos, até relaxar completamente os músculos. Sempre termine o exercício com uma contração.


Nesses exercícios, a qualidade é tão importante quanto a quantidade. E o bom é que esses exercícios podem ser feitos durante praticamente qualquer atividade, e ninguém precisa saber que você está se exercitando.

Massagem Perineal

A massagem no períneo no período pré-natal tem se mostrado eficaz na prevenção da necessidade de episiotomia e na diminuição das lacerações que a mulher pode ter durante o parto. Esta massagem é particularmente eficiente em mulheres com idades próximas aos 20 anos. Essa técnica é usada para ajudar no alongamento/flexibilidade e preparar a pele do períneo (parte de pele, músculos etc. entre a vagina e o ânus) para o parto. Essa massagem não vai apenas preparar o tecido do seu corpo, mas vai também permitir que você conheça e aprenda sobre as sensações do parto e como controlar esses poderosos músculos. Este conhecimento irá lhe auxiliar e preparar para dar à luz o seu bebê. O conhecimento do que você sente nessa região do corpo vai lhe ajudar a manter-se relaxada e relaxar o períneo no parto e também durante outros exames vaginais que você tenha que fazer em sua vida.

Instruções:

- Encontre um lugar onde você possa se sentar e ficar sozinha, ou com seu parceiro, ininterruptamente. Tente ver seu períneo com ajuda de um espelho, note como ele é... Nem sempre será necessário um espelho para essa tarefa!
- Você pode usar compressas com toalhas mornas no períneo por 10 minutos, ou usar um banho morno (de banheira, assento, ou chuveiro, em último caso), caso precise relaxar.
- Lave suas mãos e peça ao seu companheiro para fazer o mesmo, caso ele vá lhe ajudar nas massagens.
- Lubrifique seus dedos polegares e o períneo. Você pode usar muitos tipos de lubrificantes: KY Gel®, óleo de vitamina E, óleo vegetal puro (óleo de semente de uva é uma boa indicação!) etc.
- Coloque seus dedos polegares um pouco dentro de sua vagina, empurre-os para baixo e pressione para os lados. Você deve sentir um leve estiramento, formigamento, ou uma leve queimação, mas nada que seja dolorido. Mantenha esse movimento por 2 minutos ou até que a região fique levemente adormecida.
- Se você tem episiotomia ou lacerações prévias, preste especial atenção ao tecido de cicatrização que, geralmente, não é tão estendível e onde a massagem deve ser feita mais intensamente, mas com cuidado.
- Massageie em volta e por dentro da região mais externa da vagina e seus tecidos, onde ela se abre, e mantenha sempre a lubrificação.
- Use seus polegares para puxar um pouco os tecidos, forçando-os a se abrirem, imagine como seria se a cabeça do seu bebê estivesse fazendo esse movimento na hora do parto.
- Se seu parceiro estiver fazendo a massagem, pode ser muito útil que ele use os polegares. A sensação pode ser mais bem percebida por você, mas não deixe de guiá-lo com suas sensações para que ele saiba qual a pressão que deve utilizar.
- Nessa massagem, quando ela está sendo feita pelas primeiras vezes, é comum que seja possível usar somente um dedo, até que a musculatura seja trabalhada e possa ser estendida.
 
Atenção:

1. Evite mexer ou abrir o orifício da uretra (logo acima da vagina) para evitar infecções urinárias.
2. Não faça massagens no períneo se você tiver lesões ativas de herpes (isso pode causar o aumento da área das lesões).
3. Você pode começar essas massagens em torno da 34ª semana de gravidez. Se você já passou da 34ª semana e ainda não começou, não desista! A massagem pode lhe trazer benefícios ainda assim. Você pode fazê-la pelo menos uma vez por dia.
4. Lembre-se que a massagem sozinha não vai proteger seu períneo, mas ela é parte de um grande esquema. Escolher uma posição vertical para parir (de cócoras, de joelhos, sentada etc.) favorece a distribuição de pressão no períneo. Se você escolher parir deitada de lado, isso também reduz muito a pressão no períneo. Deitada de costas, totalmente na horizontal, é a posição para parir em que há mais chances de provocar lacerações e necessidade de episiotomia.

Como é esse tal de toque vaginal?

Primeiro quero ressaltar que toda mulher pode e deve se tocar! E quando digo se tocar, digo em sentido amplo, em todas as fases da vida, para conhecer seu corpo, descobrir seu sexo, se dar prazer, reconhecer seu ciclo e suas mudanças hormonais.


O toque vaginal com o intuito de avaliar o colo do útero pode ser aprendido antes da gestação, durante a gestação, ou até mesmo durante o trabalho de parto!

Perceber as modificações que ocorrem no colo uterino e no muco cervical durante o ciclo menstrual, pode ajudar a mulher a distinguir seus dias férteis.

Conhecer seu colo do útero durante a gestação permite identificar as mudanças que sinalizam o amadurecimento e a dilatação cervical, que algumas vezes precedem o trabalho de parto e outras vezes só acontecem depois de iniciado o trabalho de parto.

Então vamos lá, mãos à obra!

As instruções iniciais são exatamente as mesmas da massagem perineal e também pode ser feito em conjunto com seu parceiro, que ao aprender o toque vaginal poderá partilhar com você outras percepções.

- Encontre um lugar onde você possa ficar sozinha, ou com seu parceiro, ininterruptamente.

- Ache uma posição confortável e que você tenha maior alcance a sua vagina. Uma dica é fazer flexão de tronco (curvar-se a frente ou ficar de cócoras), pois diminui a distância entre sua mão e sua vagina.

- Lave suas mãos e peça ao seu companheiro para fazer o mesmo, caso ele vá lhe ajudar.

- Lubrifique seu dedo indicador e médio. Você pode usar vários tipos de lubrificantes: gel a base de água, óleos vegetais, óleos minerais, etc.

- Coloque seus dois dedos dentro vagina e devagar vá deslizando-os em direção ao fundo da vagina, até encontrar o colo do útero.


 
- O colo do útero é uma estrutura proeminente e arredondada, com consistência parecida com a ponta do seu nariz. Geralmente, encontra-se em posição posterior, isto é, voltado para trás, em direção ao ânus. Em seu centro pode ser sentido um pequeno buraquinho, que permanece fechado durante toda a gestação (imagem acima).

- Durante o trabalho de parto o colo uterino se centraliza em relação ao canal de parto (vagina) e sofre duas modificações: o esvaecimento e a dilatação.

- O esvaecimento e a dilatação são independentes entre si, um pode ocorrer antes do outro ou ambos podem ocorrer simultaneamente.

- O esvaecimento ou amadurecimento ou apagamento cervical começa com a mudança de consistência, o colo uterino se torna macio, parecido com seu lábio. A seguir vai encurtando, se tornando menos proeminente, até ficar completamente plano e bem fino como uma membrana.

- A dilatação cervical é a abertura do colo do útero (imagem acima). O pequeno buraquinho no centro do colo começa a se abrir e conforme vai se abrindo pode ser medida a dilatação introduzindo inicialmente a ponta um dedo (± 1cm). Com a evolução da dilatação é possível colocar os dois dedos e a partir daí se mede sempre com esses dois dedos. Ao colocar os dois dedos você deverá abri-los o máximo possível e tentar perceber exatamente a posição/distância em que eles ficaram. Ao retirar os dedos, reproduza a posição/distância percebida e meça numa régua quantos centímetros tem da parte externa do dedo indicador até a parte externa do dedo médio (é medido por fora dos dedos). Deve ser medido numa régua, pois a largura dos dedos varia de pessoa para pessoa.

- A dilatação total é padronizada como 10cm. Porém na prática, para que haja o parto, considera-se a dilatação total quando no toque não se sente mais nada do colo, apenas a cabeça do bebê.

- Se a dilatação começar antes do colo se apagar, você poderá sentir a proeminência do colo, isso é chamado de rebordo de colo. É uma situação comum, que geralmente se resolve sozinha com o avanço do trabalho de parto.

- É comum o esvaecimento e/ou dilatação começar dias ou até mesmo semanas antes do parto, sem que isso signifique trabalho de parto iminente.

- Como é comum também o trabalho de parto se iniciar sem nenhuma mudança no colo e todo o processo de esvaecimento e dilatação ocorrerem durante o mesmo.

Por fim, cabe lembrar que cada mulher e cada parto são únicos, e que conhecer a dilatação não quer dizer muita coisa sobre a duração do trabalho de parto. Digo isso, pois tem mulheres que ficam doze horas para dilatar 2cm e depois dilatam os outros 8cm que faltam em duas horas, como tem também mulheres que após completarem a dilatação total ficam muito mais de duas horas até sentir os puxos do expulsivo – esses exemplos são para mostrar que cada caso é um caso, não tem fórmula, receita, padrão, tudo é relativo!