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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Como encorajar seu marido para assistir ao nascimento do bebê

Veja como encorajar e dar aquele empurrãozinho para seu marido entrar na sala de parto e curtir a chegada do bebê com você:

- Leve-o em todas as consultas. Assim, ele consegue esclarecer dúvidas com o obstetra. Fazer, juntos, um curso de gestante ajuda também.

- Peça para aquele amigo que acabou de ser pai mostrar as fotos ou a gravação do parto. Esse momento é emocionante e vai contagiar seu marido.

- Diga que ele não precisa (nem deve) ficar circulando pela sala de parto. O melhor lugar é ao seu lado. Ali, ele traz segurança para você - e, de quebra, não atrapalha a equipe médica.

- O dia do parto também precisa ser gostoso para ele. Não esqueçam de pegar máquina fotográfica ou câmera, comidinhas (ele precisa cuidar da alimentação, porque ficar muito tempo sem comer pode causar mal-estar), CDs com músicas que vocês curtem etc. Tudo para receber com a maior alegria o filho de vocês. E é ele que vai mostrar o bebê para todo mundo da família.



Fonte: Silvia Ferreira Andrade, enfermeira coordenadora do Hospital e Maternidade Santa Catarina (SP)

Estudo indica que filhos de mulheres com mais de 40 são mais saudáveis

Mulheres mais velhas seriam mais cuidadosas em relação à saúde das crianças, segundo a pesquisa
 “Mãe é tudo igual. Só muda de endereço”. Isso pode mesmo ser verdade, mas, de acordo com uma pesquisa britânica realizada com 38 mil crianças, no Instituto da Saúde da Criança da University College London, as mulheres que se tornam mães depois dos 40 anos são ainda mais cuidadosas que as mais jovens e, por conta disso, seus filhos são mais saudáveis.




Os pesquisadores levaram em consideração o número de acidentes sofridos e de vezes que foram internadas em hospitais, Índice de Massa Corporal (IMC) e vacinação. O resultado obtido – que independe da classe social da mãe - foi de que, até os 5 anos, os filhos de mulheres com mais de 40 tendem a ser mais saudáveis, pois sofrem menos acidentes, são internados menos vezes e com doenças menos graves e ainda tem todas as vacinas em dia. O único ponto negativo observado foi que essas crianças ganham peso com facilidade, o que seria influência do IMC das mães dessa idade, acreditam os pesquisadores.

Renato Martins Santana, obstetra do Setor de Medicina Fetal da UNIFESP, afirma que as mães de 40 anos costumam colaborar bastante desde o início da gravidez, realizando todos os exames, comendo corretamente e seguindo todas as orientações à risca. “As mulheres mais velhas estão mais preocupadas com a saúde delas e do bebê, por isso, sempre se policiam e se cuidam mais que o normal”, afirma. Outra vantagem de ter um filho nessa idade, para o especialista, é a maturidade. Por outro lado, ele reforça, como já é sabido, que a gravidez aos 40 implica cuidados mais rigorosos, pois há mais chances de a mãe ter doenças que podem causar riscos para ela e o bebê, como pressão alta ou diabetes.

Fonte: Revista Crescer

Pato Fu grava DVD do álbum Música de Brinquedo

Se o seu filho já gostava de ouvir o CD Música de Brinquedo da banda Pato Fu, agora vai poder assistir ao show aí na sua casa.


O espetáculo conta com a participação de um “coro” bastante especial: são os monstros Ziglo e Groco, criados pelo grupo mineiro Giramundo, de teatro de bonecos, que substituem no palco - à sua maneira - o coro infantil presente nas músicas do CD.

A ideia de fazer música com instrumentos de brinquedo surgiu em 1996. Nessa época, Fernanda Takai e John Ulhoa, que são casados, compraram um disco da Turma do Snoopy cantando Beatles e adoraram. Mas o Pato Fu era uma banda muito nova e precisava construir a sua própria discografia antes de gravar um CD com músicas de outras pessoas. Mas quando a filha do casal, a Nina, nasceu em 2003, eles voltaram a ouvir o disco e ideia veio com mais força. Então, começaram as pesquisas por instrumentos que pudessem se encaixar na proposta, seguida pela escolha de um repertório de canções - não infantis - já conhecidas, para que os arranjos feitos a partir dos brinquedos tivessem um efeito mais potente. Ainda não há previsão para a chegada do DVD nas lojas. Até lá, veja um pouquinho dos bastidores no vídeo acima!

Trocar de médico... no final da gravidez

 Ninguém vai dizer que essa decisão é fácil, mas se você está insegura, não arrisque. Saiba como fazer essa transição da melhor maneira, tanto para você quanto para o seu bebê

Assim que a coordenadora de recursos humanos Juliana Costa Curta, 27 anos, descobriu que estava grávida, com quatro semanas, disparou telefonemas e e-mails para as amigas que já tinham filhos e pediu a indicação de um obstetra.
Na primeira consulta, deixou claro que desejava ter o bebê de parto normal. Passaram–se 29 semanas e, na reta final da gravidez, a médica começou a questionar a decisão da futura mãe. “O que ela quis dizer é que não faria o parto da maneira como eu queria. Ela não ia tentar o parto normal comigo. Saí do consultório e chorei desesperadamente”, lembra. Essa mudança de postura do médico, dizem os especialistas ouvidos por CRESCER, é a responsável pela maior parte da troca de obstetra nos últimos meses de gestação. Mas existem outros motivos para isso acontecer, como descredenciamento do convênio, mudança de cidade da paciente ou do especialista ou até porque o obstetra particular pediu um valor alto para fazer o parto – e a grávida não tem como pagar. Se trocar de médico é uma mudança difícil e trabalhosa em qualquer momento da vida, no fim da gravidez é ainda mais complicado. “A mulher se sente como se tivesse sido traída”, afirma Carlos Navarro, obstetra, professor da Universidade Federal do Paraná, que afirma receber pelo menos três grávidas por semana com essa queixa.

Hora da mudança

Se você está surpresa com a mudança de atitude do seu obstetra, o melhor é, antes de tomar qualquer decisão, entender os motivos dela. E, se for o caso, ouvir um segundo especialista para ver se ela se justifica. “De cara, não troque de médico, a não ser que a situação seja insustentável. Tente ouvir a opinião de outra profissional para saber se o diagnóstico que você recebeu não é verdade”, afirma Jorge Kuhn, obstetra, professor-assistente da Universidade Federal de São Paulo. Se não for o caso, aí você precisa mudar mesmo. Na hora de marcar a consulta com o novo especialista, que pode ter sido indicado por uma amiga, alguém da família ou até pelo seu clínico geral, explique a situação e peça um agendamento de emergência, se possível.

Na primeira visita, observe tudo o que você notou na hora de escolher o primeiro. Veja como é o consultório, se o médico tem disponibilidade na agenda, fale com outras pacientes, pergunte alguns detalhes da rotina para a secretária etc. Sim, é preciso “vasculhar” tudo de novo. E leve seu marido. A mudança gera ansiedade na família também. Quanto mais os outros sentirem que vai dar certo, melhor para você.

Quando se encontrar com o especialista, não deixe de levar em conta o fator empatia. Pergunte se ele vai estar aqui quando o bebê nascer, se atende celular de madrugada etc. “Fale porque você trocou de médico e que está procurando um profissional que a ajude a ter o parto da maneira que você deseja. Agora você tem pouco tempo para estabelecer uma relação de confiança”, diz Alamanda Kfoury, obstetra, professora da Universidade Federal de Minas Gerais. Leve todos os exames e seu prontuário do pré-natal. Ali estão informações importantes sobre a evolução da sua gravidez e do bebê. Se você não tem esses documentos, peça as informações para o antigo médico. Ele é obrigado a fornecer todas as anotações, mesmo que sejam cópias.

Se você trocou de obstetra por conta do convênio, cheque se o novo especialista atende o seu plano de saúde e se faz parto na maternidade que você escolheu. Se ele não atende, avalie até que ponto vale a pena pagá-lo e faça as contas para ver se cabe no seu orçamento. Caso a resposta seja negativa, respire fundo e comece uma nova busca.

Ainda que você tenha gostado muito do novo médico e decidido seguir com ele, uma pontinha de insegurança pode aparecer, seguida da velha máxima: “Será que estou tomando a decisão certa?”. A assistente comercial Priscila Pinheiro Candéa Moraes, 28 anos, grávida de 33 semanas, viveu esse drama por um mês. “Eu chorava todos os dias. Foi o período mais difícil que enfrentei durante a gravidez”, diz. A psicóloga Mariana Tezini, da Casa Moara (SP), clínica multidisciplinar que atende gestantes, explica que se a mulher tiver bem desenhados os planos para a sua gravidez, essa sensação de angústia, aos poucos, vai ceder espaço para um grande alívio. Definido quem vai cuidar de você, combine tudo sobre o parto: quem vai estar na hora, o tipo de anestesia, a música que vai tocar etc. São esses mínimos detalhes que vão deixar você ainda mais segura e tranquila para receber o seu bebê.

Outra fonte: Diana de Sá Ribeiro, psicóloga, professora da Universidade Estadual Paulista
Revista Crescer

Vacina contra gripe será gratuita para gestantes e crianças até 2 anos

Para a Campanha Nacional de Vacinação de 2011 contra a influenza, que acontece entre 25 de abril e 13 de maio, o Ministério da Saúde abrangeu crianças de 6 meses a 2 anos, gestantes e profissionais da área da saúde, além de idosos e da população indígena. A vacina a ser distribuída protege contra os três principais vírus da gripe que circulam no hemisfério sul, entre eles o da influenza A (H1N1). A meta do governo é imunizar 80% do público-alvo.

Só a região Sudeste deve receber em torno de 14,3 milhões de doses da vacina, que são suficientes para o grupo estimado em 13,1 milhões de pessoas. Em todo o país, espera-se imunizar cerca de 23,8 milhões de pessoas.

O motivo da ampliação da vacina contra gripe foi determinada pela Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações, após pesquisas epidemiológicas sobre comportamento das infecções respiratórias. As complicações deste vírus - como pneumonias bacterianas ou agravamento de doenças crônicas já existentes - acontecem com facilidade nesses grupos, que são mais vulneráveis. Por isso, a vacinação ainda é a melhor forma de conter uma nova epidemia.

Os pais devem levar as crianças duas vezes aos postos de vacinação, pois meia dose será aplicada em cada vez. É essencial que a criança retorne ao posto de saúde 30 dias após receber a primeira dose para que a segunda seja aplicada.

Quem será vacinado

Toda a população de 60 anos ou mais, toda a população indígena (acima de 6 meses de vida), crianças com idade entre 6 meses e 2 anos, gestantes e profissionais de saúde.

Contraindicações

A restrição é para pessoas que têm alergia à proteína do ovo. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, devem consultar o médico primeiro.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Taxa cobrada para acompanhante é vetada em maternidades

Cobrança, proibida em SP, era feita a quem acompanhasse mães em partos

Resolução da Anvisa diz que deve ser permitido um acompanhante de escolha da mulher no parto e no pós-parto

TALITA BEDINELLI
DE SÃO PAULO

Maternidades particulares de São Paulo estão proibidas de cobrar qualquer valor pela presença de acompanhante na hora do parto. A lei da proibição foi promulgada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) e publicada ontem no "Diário Oficial".

A cobrança, chamada de "taxa de paramentação", servia, dizem os hospitais, para pagar a vestimenta cirúrgica usada pelo acompanhante.

Reportagem da Folha publicada em abril de 2010 mostrou a prática em maternidades da cidade de São Paulo. De cinco hospitais consultados, quatro faziam a cobrança da taxa, que custava entre R$ 113 e R$ 147.

Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e Procon-SP afirmaram na reportagem que a cobrança era abusiva.

Resolução de 2008 da Anvisa afirma que o serviço médico deve permitir a presença de um acompanhante de livre escolha da mulher na hora do parto e no pós-parto.

Estudos mostram que a presença de um acompanhante ajuda a diminuir a dor da mulher e as taxas de depressão pós-parto.

"A mulher se sente acolhida e mais segura quando tem seu parceiro ao lado", diz Sandra Regina Sestokas, diretora do hospital-maternidade Interlagos (zona sul).

A lei foi proposta em maio passado pelo então deputado Conte Lopes (PTB). No projeto de lei, ele afirmava que, mesmo irregular, a cobrança continuava sendo feita pelas maternidades.

A lei já está valendo, mas ainda será regulamentada pela Secretaria Estadual da Saúde, que tem um prazo de 90 dias para definir quem fará a fiscalização e como.

Enquanto isso, denúncias podem ser feitas ao Procon.

Procurada ontem à tarde, a ANAHP (Associação Nacional de Hospitais Privados) disse que não teria ninguém para comentar a lei.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Janet Balaskas e o Parto Ativo na FSP/­USP

Quando?

20/04/2011, quarta-feira, 9h30-12h
Faculdade de Saúde Pública da USP
Av. Dr. Arnaldo, 715 - Cerqueira César - São Paulo - SP

GRÁTIS - NÃO PRECISA INSCRIÇÃO

“O movimento internacional por mudanças na assistência ao parto”

"O dia em que Janet disse pela primeira vez 'parto ativo' talvez tenha sido o mais importante da história da obstetrícia na Europa... desde o dia em que o médico francês Mauriceau assumiu o comando desse evento e colocou a mulher para parir deitada."
Michel Odent, obstetra francês, na Introdução do livro “Parto Ativo: Guia Prática para o Parto Natural” (1989, Ed. Ground).

Janet Balaskas, educadora perinatal (saúde na gravidez, parto e pós-parto), é a fundadora do movimento internacional pelo Parto Ativo.

Pela primeira vez Janet Balaskas está no Brasil, e virá a São Paulo discutir sobre os movimentos de mulheres pela mudança no parto, em debate promovido pela Universidade de São Paulo.

Reconhecida como um ícone do movimento pela humanização do parto e nascimento, sua visita ao país acontece em boa hora. Recentemente, a divulgação da pesquisa Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado (Fundação Perseu Abramo, 2010. Disponível em http://www.fpa.org.br/sites/default/files/pesquisaintegra.pdf ) revelou que 25% das mulheres sofrem algum tipo de violência institucional durante o atendimento ao parto. A violência obstétrica foi mostrada em toda sua crueza e teve grande repercussão na mídia, no meio médico e em órgãos públicos.

Ao mesmo tempo, a ameaça de fechamento do curso de Obstetrícia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, único no país, levou centenas de mulheres às ruas de São Paulo. Obstetrizes, enfermeiras e ativistas pela humanização do parto manifestaram-se nas ruas contra a recomendação administrativa, e embasaram seus argumentos nas melhores evidências científicas disponíveis, quais sejam: as obstetrizes favorecem o parto fisiológico de mulheres saudáveis, e, comprovadamente, estão associadas aos melhores resultados maternos e neonatais.

Na próxima quarta-feira, dia 20 de abril, às 9h30, Janet Balaskas estará na Faculdade de Saúde Pública da USP para compartilhar com o público suas boas experiências com o movimento de mulheres em defesa do Parto Ativo. O início desta história nos remete à Londres de 1982, quando cerca de seis mil pessoas foram às ruas contra a imobilização das parturientes no leito, as episiotomias de rotina, e outras intervenções dolorosas e antiquadas. Há quase 30 anos, na Inglaterra, com liderança de Janet Balaskas, o movimento organizado de mulheres conseguiu acabar com práticas obsoletas e agressivas no parto (como o corte da vagina, a proibição de acompanhantes e a imobilização física das mulheres) que ainda atormentam as mulheres brasileiras, fazendo do parto um evento médico doloroso e induzindo-as para a cesárea anestesiada.


Realização:

Curso de Obstetrícia da EACH-USP

Associação de Obstetrizes da USP

Faculdade de Saúde Pública da USP

GEMAS – Gênero, Maternidade, Evidências, Saúde (FSP/USP)

Apoio:

Aoba Bebê (Curitiba-PR)



































sexta-feira, 1 de abril de 2011

Bico de silicone para amamentação, quando devo usar?

Meninas, às vezes temos que usar recursos artificiais, porém eficazes na amamentação. Bebes prematuros ou com dificuldades de sucção, o intermediario de silicone ou bico de silicone podem ajudar e muito no começo. Eu indico o da Amamente, pois e adere melhor no seio e é hipoalergênico.




Modo de Usar

• Limpe bem os mamilos antes de colocá-lo;

• Posicione o produto na frente da mama com a aba para frente, conforme fig. A;

• Com o mamilo posicionado na cavidade anatômica, retorne a aba para traz em direção à mama,

conforme fig. B;

• No ato da amamentação, segure a borda com o dedo indicador e o dedo médio, conforme fig. C.

ATENÇÃO:

antes de amamentar lave e ferva o intermediário por 5 min. e deixe esfriar.


OBS: O intermediário é de uso individual da mamãe e do bebe.

Concha Anti-empedramento

Concha de base flexível:


Alivia, cicatriza e auxilia a prevenção de rachaduras / fissuras

Evita proliferação de fungos e bactérias na mama, protegendo o bebê e a mama

Mantém o mamilo saliente

É feito em material mais macio e indicado para a mamãe que tem a mama mais sensível

O mamilo fica na posição normal, sem ser amassado e livre de dos atritos com o sutiã

Auxilia na cicatrização de rachaduras, proporcionando alívio imediato.

Possui barreira interna que ajuda a evitar o vazamento na roupa.

Deixa a aparência da mama mais natural.

Possui três furos para ventilação que mantém o mamilo arejado.

Ajuda a evitar que a mama fique muito cheia e dolorida.

É higiênico e esterilizável.

Modo de usar:
Acomode a concha diretamente sobre as mamas com os furos de ventilação para cima, de modo que os mamilos fiquem livremente posicionados dentro dos orifícios centrais logo após o parto.

Recomendo a mãe usar durante 30 a 40 dias, enquanto o leite pingar e retirar para dormir. Tomar banho de sol sempre que puder por 10 minutos no mamilo.

Limpeza e desinfecção:

Antes de reutilizar a concha lave suas partes separadamente com sabão e água em abundância, retirando o acúmulo de leite em seu interior, para evitar a proliferação de bactérias

Para desinfetar, ferva durante 3 a 5 minutos, mantendo as partes unidas até o resfriamento.

Poderá também desinfetar no microondas.

Importante:

O leite que vaza no interior da concha não poderá ser usado ou doado, exceto quando for coletado adequadamente. Na duvida entrem em contato comigo!