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quarta-feira, 23 de março de 2011

Como seria uma cesárea humanizada....



Este vídeo é muito interessante, pois mostra passo a passo uma cesárea e como ela pode ser humanizada, veja a diferença!

Dificuldade em amamentar?

O estudo, do Centro de Referência Estadual em Bancos de Leite Humano do Piauí, foi apresentado em um congresso de bancos de leite, que acontece em Brasília.

A pesquisa 24% do total- apresentaram algum problema no aleitamento, sendo os mais comuns mamas cheias demais, baixa produção de leite, fissura do bico do seio e dificuldade no posicionamento do bebê.

O que justifica o índice, diz a nutricionista Vanessa Paz Lima, coordenadora do levantamento, é a falta de informação sobre os modos corretos de amamentar e de prevenir esses problemas.

"Falta educação", concorda a pediatra e neonatologista Clery Bernardi Gallacci, da Maternidade Santa Joana, em São Paulo. "É preciso dar assistência no pré-natal, no momento do nascimento e depois." A mama cheia, que foi o problema mais recorrente, está diretamente relacionada à falta de informação. Se a mãe não sabe que deve alimentar o bebê periodicamente, o peito enche e o bebê só vai abocanhar o bico, o que pode levar a fissuras.

"O correto é que ele abocanhe toda a região da aréola, que é onde ficam os sacos de leite, e não o bico", explica Danielle Silva, coordenadora de Processamento e Controle de Qualidade do Banco de Leite Humano do Instituto Fernandes Figueira/Fiocruz.


Para isso, a posição correto do bebê é fundamental: a cabeça deve estar recostada na curva do braço da mãe e o corpo alinhado ao dela.

O mau posicionamento também pode até causar fissuras nos mamilos, o que leva a dores nas mamadas.

Nesses casos, recomenda-se que a mãe hidrate o bico do seio com o próprio leite ao final da mamada. "Ele também protege contra infecções", diz Danielle Silva.


FALTA DE APOIO

O segundo problema mais frequente foi a baixa produção, que é evitada dando de mamar com frequência.

"O maior problema é a falta de apoio. Muitos pediatras não sabem orientar direito", acredita Fabíola Cassab, fundadora do grupo Matrice, de apoio à amamentação.

Todas essas orientações, segundo Vanessa Paz Lima, devem ser passadas à mãe logo no pré-natal e devem continuar nos dias seguintes ao nascimento do bebê.

"Se, durante a internação do pós-parto, identificarmos que a mãe apresenta algum problema para amamentar, ela passa a receber uma orientação intensiva e só recebe alta se tiver entendido os procedimentos", afirma.

Segundo ela, o importante é que haja conforto durante o aleitamento: "Qualquer condição que provoque dor pode interferir na amamentação e desestimulá-la".

Danielle Silva completa: "A Organização Mundial da Saúde preconiza seis meses de aleitamento exclusivo. Isso não apenas nutre, como protege contra infecções".



Em Santos temos o banco de leite do Hospital Guilherme Àlvaro que auxiliam muitas mamães. Telefone 13- 32021323

Como posso ajudar no trabalho de parto?



Ter em mente algumas coisas corretas de se fazer e de se dizer é sempre útil, assim como ter algumas dicas do que não fazer. Aqui estão algumas idéias, sinta-se livre para expandi-las para seu próprio uso durante o parto e faça o que você achar que está funcionando!


1. Massageie seu rosto para ajudar a eliminar o stress e relaxá-la.
2. Lembre-a de ir ao banheiro a cada hora. A bexiga cheia é desconfortável e pode também parar o trabalho de parto.
3. Tente fazer compressas frias em seu pescoço e rosto. Até mesmo lavar seu rosto levemente pode ser bom quando ela está trabalhando tão duro.
4. Encoraje-la a beber fluidos e comer o suficiente, se os médicos liberarem. Comer e beber ajudará a restaurar as energias perdidas durante a maratona do trabalho de parto.
5. Ajude-a a mudar de posição para encorajar o andamento do trabalho de parto. Algumas posições farão com que a dor diminua, outras podem ser mais dolorosas. Faça o que funcionar para ela.
6. Se as costas dela estiverem doendo, faça uma pressão na parte de baixo de suas costas (ou onde ela disser para fazer) com as suas mãos, aplique tanta força quanto ela achar necessário. Fazer isso quando ela estiver de quatro no chão também ajuda com a dor.
7. Esteja lá para ela. Mesmo quando ela disser que não quer ser tocada, estar lá a sua disposição é muito importante. Apenas fique próximo a ela para que ela sinta sua presença, e encoraje-a verbalmente.
8. Tente o chuveiro ou a banheira. A água durante o parto é muito importante para o alívio de todo o tipo de dor.
9. Use uma bolsa quente, saco feito de meia com arroz ou cobertor aquecido para a parte inferior de suas costas, seus membros ou o períneo (no final) para ajudá-la.
10. Lembre-a do porquê ela está fazendo isto: o bebê!

*Fonte: ONG Amigas do Parto

terça-feira, 22 de março de 2011

Atriz brasileira faz campanha para mulheres grávidas não abandonarem seus cães

Betty Gofman posa, aos oito meses de gestação de gêmeas, com Menina, Lilica e Sofia, suas três cachorras. A atriz quis ser fotografada assim, quase parindo e ao lado de suas “galguinhas”, para dar início a uma campanha contra o abandono de cães por mulheres grávidas.


“As pessoas sempre me perguntam: “o que você vai fazer com seus cachorros agora que está grávida?”. Eu acho essa pergunta cretina, fico indignada”, diz. “Isso me deixa louca porque é muita ignorância das mulheres que esperam bebês, e dos médicos também, acharem que os cachorros fazem mal à saúde da família”.

De acordo com o jornal O Globo, Betty alerta que, por causa de toda essa desinformação, muita mulher grávida acaba doando ou abandonando seus cachorros na rua. “Fico chocada”, diz. “A pessoa amava seu cachorro e depois quer se livrar dele?”.

Betty costuma cuidar de cachorros abandonados na rua para depois entregá-los a quem se interesse por adotá-los. “Dou um trato legal e tenho a ajuda de três veterinários”. Ela conta que já cuidou de mais de cem cães e gatos abandonados antes de doá-los. “Sou uma casa de passagem, recupero os bichos e depois dou para quem estiver querendo de verdade.” Quer ver Betty revoltada? Diga algo do tipo: “Bem que ela podia ajudar também as crianças abandonadas e os velhinhos desamparados”

“Quem fala essas coisas costuma ser um espírito de porco que não ajuda ninguém. Quem tem senso de solidariedade vê que cada um faz sua parte. A minha é essa.”

Fonte: http://www.anda.jor.br/

quarta-feira, 16 de março de 2011

Lei que prevê pensão alimentícia para gestantes

Despesas com parto e assistência médica poderão ser divididas com o pai.A lei que prevê pagamento da pensão alimentícia para a mulher grávida foi publicada na edição desta quinta-feira (6) do Diário Oficial da União. A lei permite que a gestante entre na Justiça para garantir direito de receber pensão do pai da criança para custear gastos adicionais decorrentes da gravidez.


Após nascimento, valor da pensão poderá ser revisado.



 
Estão incluídas despesas com exames complementares, alimentação especial, assistência médica e psicológica, parto, internações e medicamentos. Como acontece com a pensão alimentícia, os valores devem ser determinados na proporção dos recursos dos pais.

Para iniciar o processo na Justiça, segundo a lei, a gestante deve indicar as circunstâncias em que a concepção ocorreu e apresentar um exame que comprove a gravidez. Deverá apontar, ainda, o suposto pai, sua qualificação, quanto ganha aproximadamente ou os recursos de que dispõe, e expor suas necessidades.

No caso de o suposto pai questionar as informações fornecidas pela gestante, após ouvir testemunhas, o juiz poderá solicitar um exame para comprovar a paternidade. De acordo com o texto, após o nascimento da criança, o valor da pensão continuará o mesmo até que o pai ou a mãe solicite sua revisão.



Tudo começa na escolha do seu médico...

Nos tempos de hoje em que a internet nos auxilia trazendo informação, nos pegamos muitas vezes nos consultando com o "Dr Google".
Utilize esta tecnologia a seu favor! Pesquise sobre seu médico(a), leia relatos de partos acompanhados por ele, pois não adianta você optar por um parto normal humanizado se ele é ríspido, grosseiro.
E muitos médicos dizem que fazem parto normal, mas são poucos que realmente sabem fazer! 
 
Pesquise no consultório do seu médico(a), pergunte na sala de espera quais mulheres fizeram parto com ele e como foi.
Médico que faz parto normal muitas vezes desmarca consulta porque trabalho de parto não têm hora para acontecer, preste atenção!
Lembre-se que ele deverá ser de sua total confiança, pois será ele que dirá como está indo a evolução do seu trabalho de parto.
Faça a escolha certa! Pois o tempo não volta atrás...

Por que escolher o parto natural?

Os avanços tecnológicos que permitem a realização de cirurgias cada vez mais precisas dão a falsa sensação de que a cesárea é um procedimento absolutamente sem riscos. A comodidade de poder escolher o dia do parto (ou até mesmo o signo da criança!), o medo da dor e os muitos mitos que assombram as gestantes (bexiga caída, alargamento do canal, hemorragias) levam as mulheres a descartarem a forma mais natural de dar à luz.

O que elas ignoram é que o parto cirúrgico tem maior risco de hemorragias e infecções nas mães, além de aumentar o risco de problemas em futuras gestações, como a ruptura do útero e o mau posicionamento da placenta.

Uma pesquisa divulgada pela Global Survey, um braço da OMS, constatou um número três vezes maior de hemorragias em mulheres que optaram pela cesárea do que aquelas que tiveram partos normais.

Ainda mais alarmantes são os números que relatam as internações em UTIs: 20 vezes mais freqüentes naquelas que optam pelo parto cirúrgico.

Para os bebês, a situação não é melhor. O parto antecipado – que ocorre na maioria das cesarianas – aumenta em até 120 vezes os casos de problemas respiratórios e, conseqüentemente, de internações na UTI neonatal. Ainda segundo o Ministério da Saúde, as infecções causadas pelo parto, a terceira maior causa de morte de recém-nascidos, são mais freqüentes em cesáreas.
Falta de Dilatação

Muitas mulheres hoje em dia dizem que não conseguiram ter um parto porque tiveram falta de dilatação.

Tecnicamente não existe falta de dilatação em mulheres normais. Ela só não acontece quando o médico não espera o tempo suficiente. A dilatação do colo do útero é um processo passivo que só acontece com as contrações uterinas.

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Bacia Estreita

Uma mulher com bacia estreita não teria espaço para a passagem do bebê :

Existem situações não muito comuns em que um bebê é grande demais para a bacia da mulher, ou então está numa posição que não permite seu encaixe. Não mais que 5% dos partos estariam sujeitos a essa condição. Além disso, tecnicamente é impossível saber se o bebê não vai passar enquanto o trabalho de parto não acontecer, a dilatação chegar ao máximo e o bebê não se encaixar

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Parto Seco

Um parto depois que a bolsa rompeu seria uma tortura de tão doloroso.

A verdade é que depois que a bolsa rompe o líquido amniótico continua a ser produzido, e a cabeça do bebê faz um efeito de "fechar" a saída, de modo que o líquido continua se acumulando no útero. Além disso o colo do útero produz muco continuamente que serve como um lubrificante natural para o parto.

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Parto Demorado

Um bebê estaria correndo riscos porque o parto foi/está sendo demorado:

Na verdade o parto nunca é rápido demais ou demorado demais enquanto mãe e bebê estiverem bem, com boas condições vitais, o que é verificado durante o trabalho de parto.

Um parto pode demorar 1 hora como pode demorar 3 dias, o mais importante é um bom atendimento por parte da equipe de saúde.

O que dá à equipe as pistas sobre o bebê são os batimentos cardíacos. Enquanto eles estiverem num padrão tranquilizador, então o parto está no tempo certo para aquela mulher.

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Bebê passou da hora

O bebê teria como uma "data de validade" após a qual ele ficaria doente :

Os bebês costumam nascer com idades gestacionais entre 37 e 42 semanas. Mesmo depois das 42 semanas, se forem feitos todos os exames que comprovem o bem estar fetal, não há motivos para preocupação.

O importante é o bom pré-natal. Caso os exames apontem para uma diminuição da vitalidade, a indução do parto pode ser uma ótima alternativa.

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Cordão Enrolado

A explicação é de que o bebê iria se enforcar no cordão umbilical :

O cordão umbilical é preenchido por uma gelatina elástica, que dá a ele a capacidade de se adaptar a diferentes formas.

O oxigênio vem para o bebê através do cordão direto para a corrente sanguínea. Assim, o bebê não pode sufocar.

 
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Não tem dilatação no final da gravidez

A explicação é que o médico fez exame de toque com 38/39 semanas e diz que a mulher não vai ter parto porque não tem dilatação nenhuma no final da gravidez:

Tecnicamente uma mulher pode chegar a 42 semanas sem qualquer sinal, sem dilatação, sem contrações fortes, sem perder o tampão e de uma hora para outra entrar em trabalho de parto e dilatar tudo o que é necessário.

É impossível predizer como vai ser o parto por exames de toque durante a gravidez.

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Placenta envelhecida

A placenta ficaria tão envelhecida que não funcionaria mais e colocaria em risco a vida do bebê:

O exame de ultra-som não consegue avaliar exatamente a qualidade da placenta. A qualidade da placenta isoladamente não tem qualquer significado.

Ela só tem significado em conjunto com outros diagnósticos, como a ausência de crescimento do bebê, por exemplo. A maioria das mulheres têm um "envelhecimento" normal e saudável de sua placenta no final da gravidez.

Só será considerado anormal uma placenta com envelhecimento precoce, por exemplo, com 30 semanas de gravidez.

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Mulheres baixas não podem ter filhos por parto normal

"O tamanho do canal não está ligado à altura de uma pessoa. É uma crendice, como aquela da estatura do homem e seu pênis."

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Quem espera gêmeos só pode fazer cesárea

"As gestações múltiplas não necessariamente significam uma cesária. Assim como em partos de uma criança apenas, a cesárea em gêmeos é indicada quando há complicações ou posicionamento que impeça de qualquer forma a saída natural pelo canal. Quer uma prova? A atriz Fernanda Lima teve gêmeos por meio de parto natural – inclusive, ela aceitou participar gratuitamente da campanha de incentivo ao parto normal."

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A vida sexual fica comprometida

"O medo de ter o canal "alargado" ou de não agradar mais ao parceiro é muito difundido. O fortalecimento do canal se dá por uma vida não sedentária, com um mínimo de atividade e com alguns exercícios específicos. Muito mais grave que "alargamento" (que, no pior dos casos, é resolvido com um simples procedimento) é o risco de seqüelas e de morte que a cesárea traz, e que a maioria das mulheres desconhece."

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Depois de ter feito uma cesárea não se pode mais ter parto normal
"Muitas pessoas acreditam que a cicatriz feita na cesárea vai se romper caso o próximo filho nasça de parto normal. Isso não passa de uma crença: estando em condições, não há por que uma mulher não optar pelo parto normal."





Bibliografias: www.amigasdoparto.com.br

www.partodoprincipio.com.br

E se meu bebê engasgar?

O manual de primeiros-socorros da American Heart Association indica os seguintes passos para desobstruir as vias aéreas de bebês, em casos de alimentos ou objetos ficarem presos:

- Mantenha o bebê de bruços em seu antebraço.
Apóie a cabeça e a mandíbula com sua mão. Sente ou ajoelhe-se e apóie seu braço sobre a coxa ou o colo;
- Aplique até cinco batidas nas costas com o calcanhar de sua mão livre entre as escápulas do bebê.
- Se o objeto não for eliminado após as cinco batidas, vire o bebê de costas. Afaste ou abra as roupas da parte anterior do tórax da vítima, somente se puder fazer isso rapidamente. Se for necessário, comprima o tórax do bebê através das roupas;

- Aplique até cinco compressões torácicas usando dois dedos da mãe livre para comprimir sobre o osso esterno (apóie a cabeça e o pescoço da vítima e segure o bebê com a mão e o braço, repousando o antebraço sobre seu colo ou coxa);

- Alterne a sequência de batidas nas costas e cinco compressões até o objeto ser removido ou o bebê conseguir respirar, tossir ou chorar.

A Sociedade Brasileira de Pediatria dá as seguintes recomendações para evitar que as crianças engasguem:

- Não ofereça alimentos a crianças menores de 4 anos sem amassar e desfiar as fibras.
- Não deixar pedaços de alimentos no prato, principalmente os arredondados.
- Os seguintes alimentos são de risco potencial para a aspiração: sementes, amendoim, castanha, nozes, milho, feijão, pedaços de carne e queijo, uvas inteiras, salsicha, balas duras, pipoca e chiclete.
- Mantenha os seguintes itens da casa longe do alcance de crianças menores de 4 anos: balões, moedas, bolinha de gude, brinquedos com peças pequenas, bolas pequenas, botões, baterias esféricas de aparelhos eletrônicos, canetas com tampa removível.
- Insista para que as crianças comam à mesa, sentadas. Evite alimentá-las enquanto correm, andam, brincam ou estão rindo. Não deixe as crianças deitarem com alimento na boca.- Supervisione sempre a alimentação de crianças pequenas.
- Fique atento às crianças mais velhas. Muitos acidentes ocorrem quando irmãos ou irmãs oferecem objetos ou alimentos perigosos para os menores.

Nâo adianta levantar a criança, sacudir ou soprar seu rosto! No caso de engasgo com o leite, coloque o bebê de bruços no seu colo e de 2 tapinhas nas costas, esse movimento deve fazer com que o leite saia.

Fonte:manual de primeiros-socorros da American Heart Association












quarta-feira, 2 de março de 2011

Entenda a cesárea

Achei muito didático este vídeo!

Entenda o que seu médico diz ao se falar sobre o iníco de trabalho de parto

Doulas respondem...

Qual o melhor lugar para parir? Em casa ou no hospital? são 3 parteiras que vão responder.
Não tem um melhor lugar, depende do que a mulher quiser e o que fizer com que ela se sinta mais segura. Você tem que sentir que é um lugar especial e se sentir bem. Se tem alguma complicação já é mais seguro que o parto ocorra no hospital, nossa casa é um lugar muito confortavel de parir, mas algumas maternidades também estão mais adaptadas para trazer um pouco desse conforto.
 
E você, seu marido ou sua doula, podem tornar o ambiente mais aconchegante, para que você fique mais relaxada. Esse é o segredo na verdade, é a mulher sentir relaxada, tranquila, porque assim ela vai relaxar todo o corpo facilitando o parto.
Doula também é parteira?
Absolutamente não, a parteira pode ter feito enfermagem e depois obstetrícia ou direto obstetrícia ( como existe na USP em SP, e nos EUA existem escolas de formação de parteiras, as Midwives.)
É tem um treinamento bem médico mesmo, e muitas vezes experiência com partos. A Doula tem um treinamento básico e muitas vezes a experiência própria, e é ligada a uma parte totalmente diferente e muito emocional no parto. A doula não dá apoio médico e sim apoio emocional e psicológico, ela cuida da mulher de uma maneira diferente.


Os maridos precisam assistir o parto?
Eu sempre pergunto ao marido o que ele sente, se ele quer participar ou não, quais as expectativas que eles tem, como eles acham que vão se sentir, e a doula na verdade ajuda o marido a se localizar, o que ele quer fazer, ver, não ver etc. E é muito importante que os maridos digam o que acham, pensam, seus medos e suas dúvidas. Alguns amam ajudar e ficam felizes, outros se afastam, depende muito de cada um.


Qual a diferença entre braxton hicks e contrações de parto?
Algumas nem sentem as braxton hicks, e algumas sentem tão forte que acham que é trabalho de parto, a diferença é que não tem intervalo regular, não dilata o colo do útero, e não são intensas, são rápidas.
Você sabe que esta em trabalho de parto quando as contrações são intensas, regulares e dilatam o colo do útero.

E se eu não criar um laço afetivo com meu bebê?
Algumas vezes não acontece de um dia pro outro, algumas mães podem levar um tempo para se ''apaixonar'' pelo bebê. O que é importante é ficar com o bebê pele a pele, a amamentação ajuda muito, e a mãe precisa respeitar seu corpo e sua mente, é um ser totalmente novo. Não se culpe.

O que acontece com a peridural?
Quando a mulher quer, o anestesista é chamado, a mulher precisa ficar bemmm curvada e o anestesista coloca uma agulha bem fina, e aplica o anestésico. Esperamos que a quantidade não seja muito grande para que a mulher consiga ainda se movimentar e sentir as contrações... e precisa ser monitorada pois existem riscos. Por isso só deve ser administrada se a parturiente não conseguir mesmo lidar com o trabalho de parto naturalmente.

O que eu deveria comer e bebê durante o trabalho de parto?
Uma das doulas aconselha mel com água quente, ajuda a hidratar e dar energia. Além disso yogurte, vitaminas, alimentos de fácil digestão, é bom evitar suco de laranja que pode aumentar enjôos e chance de vômito. È bom alternar água com algo doce, evitar chá de camomila que pode deixar a mãe muito sonolenta, e apesar de o ideal ser evitar se a mulher estiver com muita fome ela pode comer um prato quente.



Qual o mecanismo do parto?

Luciana Gimenez fala de seu segundo parto normal

Um dia após dar à luz Lorenzo Gabriel,Luciana Gimenez falou sobre a emoção de ser mãe pela segunda vez no Twitter. Ela é casada com o empresário Marcelo de Carvalho.
"O amor de mãe jamais divide. Agora entendo. Nasceu mais amor junto com meu filho Lorenzo! Estou babando", escreveu ela, que optou por ter o filho em Nova York.
A apresentadora ainda incentivou as mulheres a terem seus filhos através de parto normal e agradeceu o carinho dos fãs.
"Gostaríamos de agradecer a todos que nos mandaram 'well wishes'. Lorenzo chegou literalmente chegando. Cheio de saúde, muito amor. Mulherada, parto normal. Vamos lá!", disse Luciana.
Esse é o segundo parto normal da Luciana, ela já mostrou no programa dela sobre parto humanizado, parteiras e doulas. Parabéns Luciana!


Reportagem que ela exibiu a uns anos no programa:

http://www.youtube.com/watch?v=pF3JUNsY8d4