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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Exercício na gravidez reduz o risco de sobrepeso no bebê

Praticar exercícios durante a gravidez diminui o risco de dar à luz um bebê com excesso de peso ao nascer. A conclusão é de um estudo norueguês, feito pelo Instituto de Saúde Pública da Noruega, em Oslo.


Para chegarem ao resultado, os pesquisadores avaliaram dados de 36.869 mulheres que tiveram gestações a termo.

Os autores também ajustaram informações que poderiam interferir no excesso de peso, como idade materna, número de filhos, hipertensão, diabetes e pré-eclâmpsia, entre outros.

As grávidas responderam a dois questionários sobre hábitos de atividade física entre a 17ª e a 30ª semana de gravidez.

A análise dos dados revelou que quem se exercitava regularmente -pelo menos três vezes por semana em atividades como natação, caminhada, bicicleta e dança- teve um risco entre 23% e 28% menor de gerar um bebê com sobrepeso.

O estudo também constatou que a atividade física regular antes da gravidez não afetou essa probabilidade.

Segundo os autores, não havia estudos com dados consistentes em relação ao tema.

"O trabalho traz amparo científico ao que já se observava na prática", diz o ginecologista e obstetra Alberto D'Auria, diretor da maternidade Santa Joana, em São Paulo.

"O resultado faz sentido porque grande parte dos casos de macrossomia [crescimento excessivo do feto] são relacionados ao diabetes gestacional", comenta o educador físico Marlos Rodrigues Domingues, da Universidade Federal de Pelotas (RS). Ele é um dos autores de um estudo sobre atividade física na gestação, que avaliou mais de 4.000 mulheres.


Excesso de glicose

Mesmo sem desenvolver o diabetes, muitas grávidas apresentam um estado de resistência à insulina. Isso leva ao aumento do açúcar em circulação no sangue. Com a alta da glicemia, o bebê acaba sendo alimentado excessivamente. Sabe-se que os exercícios ajudam a prevenir esse quadro.

"O excesso de açúcar também leva o bebê a produzir mais insulina, que é um hormônio que faz crescer", explica o obstetra Marcos Tadeu Garcia, do Hospital e Maternidade São Luiz e diretor da clínica de ginecologia e obstetrícia do Hospital Ipiranga, em São Paulo.

A macrossomia fetal é definida quando o bebê pesa mais de 4 kg ao nascer. O excesso de peso traz riscos à saúde da mãe e do bebê, como lacerações no períneo, hemorragias pós-parto, lesões no ombro do bebê, baixos índice no testes de Apgar (que mede a vitalidade do bebê ao nascer) e maior chance de obesidade no futuro.

Atualmente, os exercícios na gravidez costumam ser encorajados a gestantes que não tenham nenhuma contraindicação. De modo geral, para mulheres sedentárias os médicos recomendam esperar o término do primeiro trimestre.

As grávidas que já praticavam esportes não precisam esperar três meses e podem apenas fazer ajustes no ritmo.

"A regra é: a atividade deve ser feita sem desconforto e isso vale principalmente para o aspecto da intensidade", diz Domingues. "A mulher deve fazer atividades em que se sinta bem, sem esforço excessivo."

"Ela não deve ficar ofegante, precisa evitar o hiperaquecimento e controlar a hidratação", avisa Garcia.

"Recomendo exercícios que não tenham impacto sobre as articulações e que não exijam muito do coração, como a hidroginástica", diz D'Auria. "Não recomendo a corrida pois essa atividade tem impacto sobre útero e bexiga."

Técnicas para amenizar a cicatriz deixada pela cesárea

É fato que o parto normal é melhor para o bebê e para a mãe. Mas, mesmo assim, muitas mulheres precisam (ou optam mesmo) pela cesariana. Fora toda a recuperação mais complicada, um dos problemas desse tipo de cirurgia é a cicatriz.


No entanto, não há motivo para grandes preocupações. "A maioria das chances é que a cicatriz fique ótima, especialmente após 12 meses do parto, pois hoje os médicos têm como uma de suas prioridades o resultado estético da cirurgia", afirma a dermatologista Ligia Kogos.

A especialista explica que o método utilizado para fechar o local aberto durante a cirurgia geralmente é eficaz. "Os pontos feitos com fio fino e delicado, na maior parte dos casos, passam por dentro da pele, o que chamamos sutura intradérmica. Para retirá-los cerca de uma semana ou 15 dias depois, o obstetra apenas puxará uma das pontas".

Mas mesmo com os avanços da medicina e um obstetra cuidadoso, a nova mamãe pode ter certas complicações estéticas. "Em algumas pacientes, dependendo da propensão do organismo, a cicatriz da cesárea pode inflamar e se tornar um quelóide ou uma cicatriz hipertrófica", explica Rubens Penteado, cirurgião plástico e diretor do Centro de Medicina Integrada, em São Paulo.

A cicatriz hipertrófica é apenas um engrossamento da cicatriz comum, enquanto o quelóide, menos comum, é uma cicatrização volumosa que às vezes ocorre em algumas partes do corpo, como barriga, tórax, braços e lóbulos da orelha. "O quelóide pode surgir espontaneamente ou após uma lesão tecidual decorrente de trauma ou infecção. Algumas vezes, um eventual fator desencadeante pode passar despercebido. É mais comumente observado nos negros e orientais, embora também possa aparecer na raça branca", fala o médico.

Para tratar esta cicatrização volumosa, orienta Ligia, tentam-se primeiramente pomadas ou cremes à base de corticóides. "Se não houver melhora, faz-se infiltração delicada com agulhas finíssimas de um coquetel de substâncias que fazem com que a cicatriz volte ao normal, mesmo que já haja decorrido muito tempo".

Depois de 12 meses, a mamãe conta ainda com outras substâncias que ajudam a "apagar" a incômoda cicatriz, como aponta Rubens. "O ácido retinóico, bem como outras substâncias podem, através de um peeling local, ajudar na melhora da cicatriz, sempre sob a orientação de um dermatologista".

Problemas como aquela "barriguinha" provocada pelo afundamento da pele na área da cicatriz podem ser resolvidos com recursos modernos como as injeções de ácido hialurônico (Surgiderm, Juvederm, Restylane) que tornam o relevo homogêneo e ainda estimulam a produção de colágeno na pele profunda. "Introduzindo a agulha sob a cicatriz, os dermatologistas "quebram" a fibrose que repuxa a pele da área", explica a dermatologista Ligia.

Ela também cita aparelhos como o Starlux, que alia radiações luminosas pulsadas e ablativas e é usado em tratamentos à base de luzes e de laser, quando ainda sobra uma linha que incômoda ou se visualizam vasos avermelhados no fundo da cicatriz.

Após a cesariana, alguns cuidados são importantes para evitar qualquer complicação. É indicado, por exemplo, que a paciente continue usando uma fita de micropore ou silicone sobre a cicatriz nos 30 dias que sucedem a retirada dos pontos. Isso diminui a tensão na região e evita o desenvolvimento de cicatrizes hipertróficas e quelóides.

Outra dica é evitar a exposição ao sol, pois os raios solares estimulam a irritação da cicatriz. Se for necessário pegar um solzinho, "o uso de filtro solar de pelo menos FPS 15 é fortemente recomendado, não só nas moças claras, mas especialmente nas morenas, mulatas e orientais, que podem desenvolver pigmentação escura na cicatriz se esta for exposta precocemente ao sol", diz Ligia.

Mas ainda que a paciente tome todos os cuidados direitinho, ela deve lembrar que uma cicatriz nunca desaparece, porque é uma resposta do organismo a uma agressão sofrida. "Ocorre que algumas pessoas desenvolvem cicatrizes de tão boa qualidade que são pouco perceptíveis", finaliza Rubens.

Hoje o Brasil é o país que mais realiza cesarianas através de planos de saúde. Segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS), 85% dos partos feitos por meio da rede particular foram cesáreos. Considerando também a rede pública (que isolada somaria o percentual de 26%), em 2008 as cesáreas em nosso país representaram 40% de todos os partos. Os percentuais são bem elevados se comparados ao índice estabelecido pela ANS, de apenas 15%.

Fonte: terra

11ª ed. Encontro Nacional de Aleitamento Materno

Do dia 08 a 12 de junho acontece a 11ª edição do Encontro Nacional de Aleitamento Materno (ENAM). Será realizado no mendes convention center, na Avenida Francisco Glicério. O pré encontro será no dia 8 e 9 de junho.

Fomos convidadas a participar não só do encontro, mas também de um exemplo maravilhoso em prol da saúde de nossos filhos. No dia 9 de Junho às 15h, estaremos nos reunindo no emissário Submarino em Santos onde todas juntas estaremos amamentando nossos filhos e apoiando o Aleitamento materno. São esperadas mais de 1.000 mães de todo o Brasil.
 
Mais informações entre no blog http://bancoleitesantos.blogspot.com/

Até 25% dos homens têm depressão pós-parto

Quadro se manifesta em homens principalmente entre o terceiro e o sexto mês após o nascimento do filho



Célio Yano,
18/05/2010
12:53
Wikimedia Commons

Pesquisa aponta que há uma correlação entre a ocorrência de depressão paterna e materna



São Paulo - Um em cada quatro homens que têm filhos sofre com depressão pós-parto entre o terceiro e o sexto mês de idade da criança, de acordo com um estudo que será publicado nesta quarta-feira (19) na revista científica Journal of the American Medical Association. Nesse período, está concentrada a maior ocorrência do quadro em pais, segundo a equipe da Eastern Virginia Medical School que conduziu o levantamento.

As estatísticas foram obtidas a partir da análise de 43 pesquisas anteriores, publicadas entre 1980 e 2009 e que contaram com mais de 28 mil participantes. "Sabe-se que a depressão pré-natal e pós-parto materna é comum e tem consequências negativas para o desenvolvimento pessoal, familiar e da criança. A depressão paterna neste período pode ter características similares", afirmam os autores James F. Paulson e Sharnail D. Bazemore. Segundo eles, no entanto, as informações sobre a ocorrência do quadro em homens ainda são inconsistentes.

Entre o terceiro mês de gravidez da mulher e o primeiro ano de vida do filho, a taxa média de pais com depressão é de 10,4% (para se ter uma ideia, a ocorrência em homens em geral é de 4,8%). No levantamento, os pesquisadores descobriram ainda que a depressão paterna varia de acordo com período de tempo e com a localidade. Segundo eles, enquanto o comportamento se manifesta em 25,6% dos pais entre o terceiro e o sexto mês após o parto, nos três primeiros meses a taxa cai para apenas 7,7%. E, se nos Estados Unidos a taxa geral chega a 14,1%, no resto do mundo fica em apenas 8,2%.

A pesquisa apontou ainda que há uma correlação entre a ocorrência de depressão paterna e materna. "Pesquisas futuras nesta área devem focar em pai e mãe ao mesmo tempo, para analisar o aparecimento e evolução conjunta de depressão. Isso pode aumentar nossa capacidade de identificação precoce do quadro, aumentar as possibilidades de prevenção e tratamento e melhorar a compreensão sobre como a depressão dos pais implica em riscos para bebês e crianças pequenas", escreveram os autores do estudo.

http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/noticias/25-pais-sofrem-depressao-pos-parto-560725.html

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Queridas mamães pedimos a ajuda de vocês!

Santos 18/05/2010



Um casal de amigos (Alissandra e Sidney) estão se empenhando em ajudar duas famílias carentes de Praia Grande (Vila Quietude e Vila Sônia). Uma família teve trigêmeos há um mês (3 meninos), a outra a mãe está grávida de 6 meses e meio também de trigêmeos (2 meninas e 1 menino). Portanto estão solicitando doações.


Qualquer item listado a seguir será de extrema importância e ajuda para os mesmos.

Fralda descartável, Leite (Nestogeno 1 é o mais barato para essa idade), produtos de higiene (sabonete, shampo, pomada para assadura, lenço umedecido, tesourinha de unha infantil, algodão, sugador para limpeza do nariz), escova de cabelo para bebê, toalha de banho, lençol de berço, protetor de berço, cobertor, fralda de pano e de boca, mamadeira, chupeta, rolinho segura neném, mosquiteiro, bolsa para sair com os bebês, babador, mordedor, móveis (banheira, trocador, berço, cômoda, armário), roupas (de frio tamanho prematuro, RN e P, body de manga comprida, calças, macacões de frio, meias, luvas, gorros, casaquinhos de lã e pagões), acessórios como carrinho de passeio. Sendo que os ítens podem ser usados e em bom estado.

Antecipadamente agradecemos o empenho e dedicação de todos!

Para entrar em contato com o casal divulgador desta mensagem, os telefones são: 13 2202-2384 / 13 9746-4356. A Entrega poderá ser realizada diretamente a eles (a combinar), para posterior entrega as famílias necessitadas. Qualquer dúvida. Por favor, entrem em contato!

Vamos ajudar o próximo!










Cadeirinha: a partir de 9 de junho, motorista que levar criança livre no banco de trás pode ser multado

Quem já não viu crianças brincando no banco de trás do carro, mandando beijinhos e dando tchau? A partir de 9 de junho, quem levar crianças com menos de sete anos e meio sem a cadeirinha vai ser multado. E dessa faixa etária até os 10 é obrigatório o cinto de segurança no banco traseiro. O morotista que infrigir a lei, considerada uma infração gravíssima, leva 7 pontos na carteira de habilitação e é multado em R$ 191,54. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a utilização correta da cadeirinha pode reduzir em até 70% a possibilidade de morte em caso de acidente.



O morotista não precisa ser abordado para receber a multa. A Polícia Rodoviária pode até fazer isso, mas a CET, não. De acordo com o Contran, o fiscal vai ter de ter bom senso na hora de multar. Crianças no colo da mãe, por exemplo, são um caso clássico de desrespeito à norma. Mas e se a criança tiver mais de 7 anos e meio, estiver no banco de trás com cinto e você receber a multa em casa? Para esse e outros problemas, cabe recurso.

A lei não se aplica a veículos com peso bruto total superior a 3,5 toneladas, os de transporte coletivo, táxi e escolares. Em veículos que possuam apenas banco dianteiro, a criança deve estar protegida pelo cinto de segurança. A mesma regra vale se o número de crianças ultrapassar a capacidade do banco traseiro. Para motocicletas, ciclomotores e motonetas, a lei é ainda mais restritiva, só podem ser transportadas crianças com mais de sete anos e meio de idade.


Criança e trânsito

Os dados sobre acidentes de trânsito envolvendo crianças são preocupantes: aproximadamente duas mil mortes por ano, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Mais de 40% dessas mortes ocorrem quando a criança está a bordo do veículo. Na tentativa de diminuir o número de acidentes fatais, o Denatran (Departamento Nacional de trânsito) instituiu a nova lei das cadeirinhas. A partir de junho o uso do equipamento será obrigatório no transporte de crianças menores de 7 anos e meio. O não cumprimento da regra implicará em uma multa de R$191,54 e menos 7 pontos na carteira de habilitação do motorista.

Ao contrário do que muitos pensam a cadeirinha não serve apenas para dar mais conforto as crianças, elas são dispositivos de segurança. Por isso é fundamental escolher um modelo compatível com a altura e o peso do seu filho. Para garantir a eficiência do dispositivo você deve seguir atentamente às instruções que o acompanham. O cinto de segurança da cadeirinha tem de ficar posicionado sobre os ombros e ossos da bacia da criança. Dessa forma seus filhos estarão mais seguros caso ocorra uma freada brusca ou uma colisão. A regra vale para uma longa viagem ou uma ida à esquina.

Veja como ficou a divisão dos equipamentos obrigatórios feita por idade.

* Bebês até um ano têm de ser transportados no bebê conforto.

* De 1 a 4 anos ficam na cadeirinha

* De 4 a 7 anos e meio no assento de elevação.

Fonte: G1

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Os direitos na gravidez e pós parto: o que dizem as leis

- Dispensas para consultas pré natais e sessões de preparação para o parto;

- Direito a remuneração integralmente suportada pela empresa ou órgão público;

- O pai tem direito a cinco dias úteis, seguidos ou intercalados, após o nascimento do filho;

- As trabalhadoras que contribuem para a previdência social têm direito ao salário maternidade nos 120 dias em que ficam afastadas do emprego por causa do parto. O benefício foi estendido também para as mães adotivas;

- O salário-maternidade é concedido à segurada que adotar uma criança ou ganhar a guarda judicial para fins de adoção:
          *Se a criança tiver até um ano de idade, o salário-maternidade será de 120 dias;
          *Se tiver de 1 ano a 4 anos de idade, o salário-maternidade será de 60 dias;
          *Se tiver de 4 anos a 8 anos de idade, o salário-maternidade será de 30 dias;


- Para concessão do salário-maternidade não é exigido tempo mínimo de contribuição das trabalhadoras empregadas, empregadas domésticas e trabalhadoras avulsas, desde que comprovem filiação nessa condição na data do afastamento para fins de salários-maternidade ou na data do parto.

- A mãe tem direito à dispensa diária para amamentação, de uma hora, dividida em dois períodos distintos de 30 minutos;

- Toda mulher tem o direito a 10 faltas por ano para assistência a seu filho, filho adotivo ou enteado menor de 10 anos por acidente ou doença. Sendo caso de hospitalização, ela pode ficar o tempo integral até o fim do internamento;

- Direito à dispensa da prestação de trabalho, se houver risco comprovado para a saúde da mulher ou recém-nascido;

- Direito à trabalhar em tempo parcial ou com flexibilidade de horários para acompanhamento do filho ou adotivo. No caso de recusa do empregador sobre esse regime, a trabalhadora deve reclamar no prazo de cinco dias.

* fonte: Guia tendo um bebê

Vasectomia: Informe-se melhor desta opção moderna

Cada vez mais, a importância de um planejamento familiar eficaz se faz presente nas decisões do casal. E a vasectomia hoje já deixa de ser um tabu e passa a ser um método considerado definitivo no controle da natalidade.

A Vasectomia é um procedimento cirúrgico pelo qual, o médico retira um fragmento dos canais, que são responsáveis por levar os espermatozóides dos testículos ao pênis. A capacidades sexual do homem após a cirurgia continua a mesma. A única diferença é a ausência de espermatozóides no esperma (líquido ejaculado).



Além da vasectomia, a ligadura das trompas também é a outra opção utilizada, para a mulher, porém é uma cirurgia que exige mais, é mais invasiva, requer internação e mais cuidados, anestesia e analgesia mais amplas, enquanto a vasectomia, quando feita em clínicas especializadas, são totalmente indolores e sem pontos.

O importante é se informar bem antes, e ter a certeza de estar fazendo a escolha certa!

sábado, 8 de maio de 2010

Feliz Dia das Mães!!!



Mãe: palavra pequena, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúncia a si própria, força e sabedoria. Ser mãe não é só dar a luz e sim, participar da vida dos seus frutos gerados ou criados. Obrigado por termos você!



autor desconhecido