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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Confira o que é bacana registrar quando seu filho nascer...

1. A GRÁVIDA

Primeiro, vale fazer as últimas fotos da barriga. Depois, o bacana é capturar o olhar da mãe logo depois de ver o filho, a expressão muda completamente.

2. O TEMPO E O PESO

Fotografar o relógio na hora que começar o parto vai dar uma emoção diferente depois. E não esqueça de fazer o mesmo no momento em que o bebê nascer. Aproveite e clique o peso dele na balança também.


3. O BEBÊ

Ninguém precisa ter medo de fotografar ele nascendo. Mas esqueça o flash para não assustá-lo e combine com a grávida antes qual o ângulo para fazer a foto – assim evita-se constrangimentos.

4. A FAMÍLIA

Não esqueça de pedir para alguma enfermeira da equipe fazer uma foto da família reunida. Combinar isso antes de começar o parto diminui a ansiedade.

5. MÃOZINHAS E PEZINHOS

Fotos mais fechadas tendem a ser mais bonitas do que as que mostram todo o ambiente da sala de parto. Closes das mãos e os pés do bebê, por exemplo, sempre ficam lindos.


Fonte: Marcela Barros, fotógrafa especializada em grávidas e partos

Fique atenta para saber se está na hora!

A hora certa de ir para a maternidade é uma das principais dúvidas quando se chega ao fim da gravidez. Alguns sinais indicam que o momento está próximo, mas eles variam de mulher para mulher e diferem a cada gestação. Se você está tentando imaginar o começo do seu trabalho de parto, saiba que o mais provável é que ele se inicie na forma de cólicas, mas não é só. Pensando nisso, reunimos os principais sinais para o parto:

1 - Duas semanas antes, você pode ter o que os médicos chamam de “perda do tampão”, com o aparecimento de uma mancha de sangue na calcinha. Ele tem a coloração vermelho-escuro, e não um grande sangramento. É importante avisar o médico.

2 - A barriga abaixa um pouco quando o bebê encaixa. Você vai notar essa descida.

3 - As contrações uterinas que antecedem o parto acontecem de três a quatro vezes, por mais de 30 segundos, durante 10 minutos. Não quer dizer que seu filho vai nascer naquele momento, mas vale ligar para o obstetra – e, claro, para o pai do bebê – e ir à maternidade.

4 - Se a bolsa se romper, vá para o hospital. A ruptura independe das contrações. Para ter a confirmação de que a bolsa estourou, troque de calcinha e ande um pouco. Durante a caminhada o bebê vai se mexer e mais líquido pode vazar. Chegou a hora!

5 - O falso início do trabalho de parto se caracteriza ainda por contrações com intervalos irregulares. Em alguns casos, as dores, principalmente no baixo ventre, podem até ficar mais fortes em um curto período, mas costumam regredir rapidamente. Perceber todas essas diferenças não é mesmo fácil. Para evitar esse vai-e-volta à maternidade, você deve observar se as contrações são regulares, se a intensidade tende a aumentar e se o intervalo entre elas diminui.

6 - Outro sinal de que é chegada a hora, é que o bebê se mexe menos. Dias antes do parto, a atividade dentro da sua barriga pode diminuir. Observe.

7 - A diarreia também pode ser um sinal de que a hora “h” esteja chegando. Se a frequência de ida ao banheiro aumentar e a consistência das fezes mudar fique atenta.

Apesar de todos esses indicativos, saiba que o acompanhamento do seu médico é essencial. Qualquer mudança notada deve ser informada para ele.

Parto Normal após Cesárea, é possível?

Pesquisa britânica mostra que sim! Conheça os cuidados que você precisa ter

Bruna Menegueço

Uma vez cesárea, sempre cesárea. Você, certamente, já ouviu essa frase. Se o primeiro filho nasceu através de uma cesariana, todos os outros nascerão da mesma forma. As últimas pesquisas, porém, mostram que ter um parto normal após uma cesárea é completamente possível e seguro. A mais recente delas, publicada no Jornal de Ginecologia e Obstetrícia Britânico, mostrou que é possível, sim, ter um parto normal depois de até três cesáreas consecutivas.


Segundo o obstetra Júlio Sales Barbosa, do Hospital e Maternidade Santa Catarina (SP), o principal motivo para não indicar o parto vaginal após uma cesariana é o risco de romper a cicatriz no útero, geralmente durante o trabalho de parto. Esse fator existe, e não é o único, mas não elimina a possibilidade de um parto normal após a cesariana. “Deve-se colocar na balança as vantagens e as desvantagens de cada gravidez antes de decidir pelo tipo de parto. Para ter um parto normal com tranquilidade, o ideal é que a última cesárea tenha acontecido há mais de dois anos. Esse intervalo é necessário para fortalecer a cicatriz no útero e prevenir uma ruptura uterina”, diz. Outros fatores que impedem um parto normal após uma cesariana são o tamanho da bacia da mulher (se for muito estreita) ou se o bebê tiver mais de 3,5 kg.

Se o médico avaliar que as condições são favoráveis, e que nem mãe nem bebê correm riscos, a opção é pelo parto normal. A recuperação é mais rápida, você pode amamentar seu filho logo em seguida e as chances dele enfrentar dificuldades respiratórias são menores etc. No entanto, alguns cuidados especiais são necessários. O trabalho de parto não deve ser induzido com remédios. “As contrações uterinas induzidas são mais fortes e mais próximas, o que pode causar o rompimento da cicatriz do útero, além de sangramento, entre outros riscos”, afirma Júlio. Converse com seu médico e decida com ele o que é melhor para você e para o seu bebê.

As chances de ter um parto normal após uma cesárea são maiores se:

- a cesárea ocorreu porque o bebê não estava encaixado

As chances de ter um parto normal nesses casos são menores se:

-a cesariana anterior foi realizada porque sua bacia é estreita ou se tomou remédio para induzir o parto

*Fonte Revista Crescer

5 maneiras de preparar os seios para a amamentação

Especialistas lembram que não há comprovação científica sobre o sucesso das recomendações, mas com certeza ajuda muito!

 
· Sempre que possível, tome banho de sol nas mamas, por até 15 minutos, no horário das 8h às 10h;

· Opte por sutiãs de algodão: são mais higiênicos e deixam a região mais ventilada;

· Passe uma bucha vegetal nos seios enquanto toma banho, para estimular os mamilos;
· Se o seio rachar durante a gravidez, use vaselina pura ou produtos à base de lanolina;

· Conchas de amamentação ajudam a estimular o bico durante a gravidez.

Saiba como é feito o teste do pezinho


Um dos primeiros exames que seu filho vai fazer logo depois de nascer é o teste do pezinho, uma triagem do neonatal. Mas você sabe por que ele é indispensável? CRESCER acompanhou um teste em uma maternidade e como é feita a análise do exame na Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), que avalia metade dos testes realizados no estado de São Paulo.

O teste básico é obrigatório e gratuito no Brasil. Ele engloba quatro doenças (veja quadro): fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme e outras hemoglobinopatias e fibrose cística. Na rede privada, a maioria das maternidades oferece o teste do pezinho ampliado, (chamado de master ou plus), que pode contemplar mais de 30 doenças, como galactosemia e toxoplasmose congênita. Em algumas delas o exame é gratuito, em outras, chega a custar mais de R$ 470.

Ele deve ser feito até 48 horas depois do nascimento, desde que o bebê tenha mamado. "É o tempo necessário para ativar o metabolismo. Alguns diagnósticos dependem da ingestão do leite", afirma João Fázio, neonatologista do Hospital Santa Catarina (SP). O resultado é entregue em até 20 dias. Se algum problema é detectado, repete-se o teste. Essa convocação não significa necessariamente que a criança tenha alguma doença. De qualquer maneira, quando o problema é descoberto precocemente, são maiores as chances de evitar complicações e sequelas.

Não é só no pezinho...

Esse teste á uma coleta de sangue, por isso pode ser feita em outras partes do corpo, como no braço. O exame ganhou este nome porque, nos primeiros programas de triagem neonatal, a coleta era feita na parte lateral do pé do bebê, que é mais irrigada e dói menos.

Leite materno
Bebês amamentados durante o teste do pezinho sentem menos dor. A constatação é da enfermeira Adriana Moraes Leite, do Hospital das Clínicas, que comparou o comportamento de 60 recém-nascidos. Durante a fase da coleta, apenas 45,2% dos bebês amamentados choraram, contra 100%. Além disso, a amamentação ajudou a normalizar a frequência cardíaca dos pequenos.

Você sabia?

Em alguns países, a incidência de determinadas doenças é maior que em outras. Por isso, os testes de rotina variam. Na França, por exemplo, há muitos casos de toxoplasmose. Em Israel, analiza-se a atividade de fosfato 6 desidrogenase, uma enzima que protege as hemácias de se desmancharem mais cedo do que deveriam. No Brasil, não há estudos sobre a incidência.


As doenças

Fenilcetonúria (PKU)

Causada pela deficiência no metabolismo do aminoácido fenilalanina. O acúmulo no organismo pode causar deficiência mental.

Freqüência: 1 para cada 15 mil nascidos vivos


Hipotireoidismo Congênito (TSH T4)

Causada insuficiência do hormônio da tireóide. A falta de tiroxina pode causar retardo mental e comprometimento do desenvolvimento físico

Freqüência: 1 para cada 4 mil nascidos vivos


Anemia Falciforme e outras hemoglobinopatias

Alteração da hemoglobina que dificulta a circulação, podendo afetar quase todos os órgãos. Pode causar anemia, atraso no crescimento e dores e infecções generalizadas. É incurável.

Freqüência: 1 para cada 400/1000 nascidos vivos

Fibrose Cística (IRT)

Ocorre aumento da viscosidades das secreções, propiciando as infecções respiratórias e gastrointestinais. Ataca pulmões e pâncreas. É incurável.

Freqüência: 1 para cada 2.500 (brancos)/17.000 (negros)/90.000 (amarelos)


*Fonte APAE SP

O significado de alguns itens do enxoval

Quando o seu bebê chegar, esses nomes já serão bem familiares para você. Enquanto isso, veja o que querem dizer.
As mães de primeira viagem podem levar o maior susto quando descobrem o tamanho do enxoval do bebê. Depois de algumas pesquisas, chegam à conclusão do que é realmente necessário e o que é supérfluo. Algumas coisas, porém, elas nem imaginam do que se trata. Culote? Toalha-fralda? Esterilizador? Se você não tem ideia de como seu filho vai usar – ou não – estes e outros itens da lista, veja o nosso mini-dicionário a seguir.

Body: é um tipo de camiseta com calcinha de malha (como aqueles usados para fazer ginástica ou ballet), fechada com entre as pernas do bebê. Muito prático na hora de trocar as fraldas.

Culotes: calças de malha que podem ou não ter pés. Como bebês crescem rápido, a versão sem pé, usadas com meias, duram mais tempo.

Toalhas-fralda: feitas do tecido da fralda, são colocadas entre o bebê e a toalha para protegê-lo após o banho.

Kit de higiene: conjunto com potes e garrafa térmica para guardar água, algodão, pomadas etc. Devem ficar sempre à mão já que, em geral, serão usados a cada troca de fralda.

Protetor de berço: amparo de espuma encapada, colocado nas laterais do berço para evitar que o bebê se machuque.

Cueiro: tecido de flanela que serve para enrolar a criança. Mais comum nos enxovais de antigamente. Hoje em dia, as mantas de diversos tecidos (algodão, plush, lã) cumprem a função.

Conjuntos de pagão: são compostos por uma camiseta regata, um casaquinho e uma calça de malha. Assim como o cueiro, era peça fundamental nos enxovais antigo. Hoje, body e culote juntos cumprem a mesma função e são mais práticos.

Fraldas de boca: como diz o nome, são usadas para limpar a boquinha do bebê. Mais bonitas que as grandes, mas nem sempre dão conta.

Esterilizador: você vai precisar para esterilizar chupetas e mamadeiras. Os usados no microondas são muito práticos. No entanto, ferver os itens em uma panela tem o mesmo efeito.

Parto com fórceps

Atualmente observamos um importante movimento de valorização do parto normal como a melhor opção para a mulher e para o bebê. A recuperação é mais rápida, a amamentação é mais efetiva e o risco de complicações é muito inferior ao de uma cesariana. A opção por observar o ritmo natural da evolução do trabalho de parto, entretanto, pode exigir uma intervenção do médico para auxiliar o período expulsivo, geralmente em casos de sofrimento fetal ou exaustão da mãe. Nessas situações, o bebê está prestes a nascer, já baixo demais no canal de parto para fazer uma cesariana e não se pode perder tempo. A opção mais adequada é a utilização do fórceps ou de uma ventosa a vácuo para preservar a mãe e o bebê e obter um parto mais rápido. Mas ainda utilizamos fórceps na obstetrícia moderna? E o bebê não será sempre machucado?

Existe grande desinformação e poucas evidências científicas sobre as sequelas e benefícios envolvendo a utilização de fórceps atualmente. É importante saber que até 5% dos partos vaginais podem exigir a aplicação dessa técnica, com boas indicações e resultados. Já não utilizamos mais o fórceps alto, e somente praticamos o chamado fórceps de alívio, quando o couro cabeludo do bebê já está visível na vulva. Recentemente foi publicado um estudo que acompanhou 3.200 mulheres norte-americanas que realizaram uma cesariana de emergência em 13 hospitais. Em 640 casos que tinham indicação, os médicos optaram por utilizar o fórceps como último recurso antes da cesariana, com bons resultados. Não houve diferença estatística para a ocorrência de complicações no bebê, como fraturas ou outros traumas.

Sem marcas no bebê

Um inconveniente no uso do fórceps é que, na maioria dos casos, o médico também realiza uma episiotomia, incisão no períneo, lateral à vagina, para facilitar a introdução do fórceps e o posicionamento na cabeça do bebê. Após o fórceps estar ajustado, o médico puxa com ligeira pressão enquanto a mulher faz força para empurrar durante uma contração. Não há nenhuma razão para temer um parto com fórceps se o médico estiver habilitado e as condições de aplicação do instrumento forem respeitadas. Na grande maioria dos casos não haverá qualquer marca no bebê e a recuperação da mãe será completa, semelhante à de um parto normal.

Wladimir Taborda

Médico ginecologista e obstetra e doutor em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo. Autor do livro A Bíblia da Gravidez

O teste das fraldas

A PROTESTE avaliou nove modelos de fraldas descartáveis e descobriu que a maioria é pouco absorvente e impede a respiração da pele do bebê (Revista Crescer).

Bruna Menegueço


Escolher uma fralda descartável não é fácil. Qual seu filho vai se adaptar melhor? E a proteção? A PROTESTE (Associação de Consumidores) acaba de publicar o resultado de um teste feito com os 9 modelos de fraldas descartáveis das principais marcas. São elas Pampers, Turma da Mônica, Johnson’s Baby, Pom Pom e Sapeka. O teste foi feito com bebês robôs. Foram avaliados: absorção, proteção contra vazamento, conforto, praticidade e diferença no desempenho para meninos e meninas. CRESCER entrou em contato com todas as marcas para discutir os resultados. Os dados da pesquisa, de total responsabilidade da associação, estão a seguir:

Pampers

- Total Confort (30 unidades): recebeu a melhor nota na avaliação. Segundo a PROTESTE, é a única que permite a respiração da pele do bebê. Também foi considerada a mais confortável porque tem a menor espessura. A marca perdeu pontos na absorção quando as fraldas foram avaliadas em meninos durante a noite e no quesito qualidade do adesivo. Por fim, foi considerada a mais cara em todos os estados.

- Super Sec (32 unidades): não foi tão bem nos testes como o outro modelo da mesma marca, mas atingiu níveis aceitáveis. Teve a melhor nota na avaliação de peso e do adesivo. Mas foi considerada ruim por impedir a respiração da pele do bebê.

Resposta do fabricante: a empresa alega que o adesivo usado nos modelos avaliados é exatamente o mesmo e, por isso, não entende a metodologia aplicada. Testes feitos pela marca mostram que a eficiência é a mesma para meninos e meninas.

Turma da Mônica

- Tripla Proteção (32 unidades): foi bem no teste de absorção durante o dia e na qualidade do adesivo. Mas falhou na avaliação da absorção durante a noite para meninas. A fralda vazou antes de absorver 200 ml de líquido. O preço mais em conta é um dos pontos fortes.

- Básica (20 unidades): teve a menor nota no teste e levou o selo NÃO COMPRE. Apesar do preço baixo, o modelo recebeu avaliação fraca nos critérios espessura e absorção durante o dia e à noite para meninos. Segundo o teste, esse modelo impede totalmente a respiração da pele e, por isso, levou a menor avaliação.

Resposta do fabricante: A marca alega que a associação não obedeceu a critérios de segmentação de produtos, comparando Pampers Total Confort (segmento Premium) com Turma da Monica Tripla Proteção (segmento valor). O modelo Soft Touch com cobertura respirável, considerado Premium, não foi testado.

Johnson’s

- Baby Ultra Seca (32 unidades): oferece boa relação custo-benefício. Foi bem avaliada nos critérios de peso, qualidade do adesivo e absorção. Segundo a PROTESTE, deixou a desejar nos itens espessura e respirabilidade.

- Baby Básica (28 unidades): Ficou em um nível aceitável. Assim como a maioria das marcas, o modelo impede a respiração da pele do bebê e prejudica o conforto porque o modelo é muito grosso. Recebeu notas baixas na absorção de dia e noite para meninos.

Resposta do fabricante: a marca informou que não teve acesso às metodologias utilizadas na pesquisa. Diz que usa na composição das fraldas uma combinação de materiais que garantem a proteção e conforto para os bebês.

Pom Pom

- Top Confort (27 unidades): não teve um bom resultado para os meninos, mas foi considerada aceitável para as meninas. Teve notas boas nos quesitos peso, espessura e qualidade do adesivo. Foi a única considerável aceitável na respirabilidade da pele.

- Conforto Básico (27 unidades): ela pesa 30% a mais que a média - o que pode causar desconforto no bebê . Teve boas notas no critério de absorção, espessura e adesivo. O preço, no entanto, é alto pela relação custo-benefício.

Resposta do fabricante: até o fechamento dessa reportagem CRESCER não recebeu resposta.


Sapeka Azul (24 unidades): tem o menor preço do mercado. Seu maior problema é a espessura - ela tem quase o dobro da Pampers . Significa que é ainda mais grossa. Teve uma performance fraca na avaliação de absorção para meninos. Vazou com menos de 180 ml de líquido durante o dia.

Resposta do fabricante: A empresa informou que não conhece as metodologias aplicadas na pesquisa e nos testes feitos em seus laboratórios, o modelo encontra-se apropriado para uso.

Furar a orelha dos bebês em farmácias volta a ser permitido

Resolução da Anvisa  estabeleceu novas regras para os serviços oferecidos por farmácias e drogarias

Aline Moraes


Sua filha nasceu e você não sabe ao certo como fazer para furar a orelha dela com segurança? A partir da agora, você pode levar seu bebê a uma farmácia ou drogaria sem problemas. A Anvisa publicou as novas regras para a prestação de serviços nesses estabelecimentos - entre eles, furar a orelha para colocar brincos, que volta a ser permitido.

Desde 2003, as farmácias estavam proibidas de prestar esse serviço. A alternativa para os pais era pedir ao pediatra ou contratar um auxiliar de enfermagem para ir em casa e fazer o furo.

Fora de alcance

A resolução da Anvisa também muda a forma como você tem acesso a alguns remédios que não pedem receita médica. Antigripais, remédios para dor de cabeça, entre outros que ficam ao alcance das mãos nas farmácias, agora só poderão ser vendidos atrás do balcão. A ideia é que, ao pedir o produto a um farmacêutico, você receba as orientações necessárias.

E se você ou seus filhos necessitarem medir a pressão arterial ou febre, tomar injeções ou fazer inalações - serviços da chamada "atenção farmacêutica" - o farmacêutico poderá atendê-los, inclusive em casa.

A resolução da Anvisa está em vigor desde a data em que foi publicada e os estabelecimentos terão um prazo de seis meses para se adequarem às novas regras.

*Fonte: revista Crescer

Uso do sling sob alerta acaba em recall nos EUA e Canadá

Comissão de segurança do consumidor americana põe em xeque a segurança do acessório e alerta acaba em recall de dois modelos vendidos em grandes redes da América do Norte

Aline Ridolfi

 
Sling Wendy Bellissimo da Infantino O sling, em alta nos últimos anos, é uma opção que facilita a vida da mãe, proporciona contato físico com o filho - podendo até acalmá-lo - e , até agora, era considerado seguro para crianças de 0 a 4 anos. Feito a partir da simples fórmula que combina uma faixa de tecido que se ajusta ao corpo do adulto por meio de duas argolas, essa espécie de “canguru” possibilita à criança permanecer em diversas posições e aos pais, braços e mãos livres. Mas a segurança do produto foi colocada em xeque.

Esta semana, a U.S. Consumer Product Safety Commission (CPSC), uma comissão americana especializada em segurança de produtos, obrigou a empresa Infantino a chamar dois modelos para recall nos Estados Unidos e no Canadá: o SlingRider e o Wendy Bellissimo, chamados estilos baby bags. Eles não são comercializados em lojas no Brasil. Na semana passada, essa mesma comissão já tinha divulgado um alerta que explicava a importância correta utilização do sling – independente do modelo utilizado - e de ser usado a partir de quatro meses do bebê.

Os modelos SlingRider e Wendy Bellissimo, da Infantino, que sofreram recallA CPSC afirma que, no último ano, cerca de três bebês, todos abaixo dos quatro meses de vida, tiveram a morte associada ao modo ao qual foram carregados dentro do sling. Com esses dados, a comissão contabiliza 14 mortes nos últimos 20 anos. Isso deixa claro que os casos são raros, mas que é preciso ter cuidado. Para garantir a segurança de mães e filhos, eles recomendam então que o acessório seja usado a partir dos quatro meses de idade, ou, caso os pais desejem utilizar o produto antes deste período, atentem para que o cuidado seja redobrado. Outra dica é que você sempre possa ver a cabeça e o rosto de seu bebê.

Para carregar o seu bebê com segurança no sling, o rosto dele deve estar sempre visível, com nariz e boca livres (figura 1).





De acordo com Alessandro Danesi, pediatra do Hospital Sírio Libanês (SP), não existem estudos específicos a respeito do uso e dos possíveis riscos que o sling oferece. “Costumo recomendar o uso do sling depois dos primeiros três meses porque aó o tônus muscular do pescoço já está melhor. Bebês fixam cabeça e pernas ao redor dos três meses de idade”, afirma. É exatamente esse o argumento usado pela comissão, que atribui as mortes por sufocamento pela dificuldade de crianças muito pequenas em manter o controle do pescoço quando inclinam a cabeça para baixo, dentro do sling, e pela falta de atenção dos pais que as carregavam. A CPSC também não recomenda o uso para crianças que estejam doentes, fracas, abaixo do peso ou que tenham algum tipo de limitação física.


A Infantino, através do seu site, reforça que o alerta havia sido dado para todos os tipos de carregadores sling, e aceita o novo comunicado, pedindo o recall de dois de seus modelos. Eles prometem a troca imediata dos produtos vendidos oficialmente nos Estados Unidos e Canadá. “A Infantino tem trabalhado juntamente com a CPSC e outras agências internacionais para desenvolver padrões de segurança para os slings, assegurando que estes produtos são seguros e que possam ser usados de forma segura também. Continuaremos a cooperar com a CPSC para que todos os tipos de slings sejam investigados”, declaram. Se você adquiriu esse produto por um site, entre em contato com o importador.

Vários modelos de carregadores

Apesar de serem todos chamados de sling, existem algumas variações de modelos, cada um exigindo dos pais uma atenção especial.

Slings com anéis, que são ajustáveis de acordo com o corpo da pessoa que está carregando o bebê, são considerados mais seguros por alguns, mas exigem que sejam de uma marca de confiança. O peso do bebê estará todo apoiado no tecido e, principalmente, na argola que sustenta e amarra esse tecido, devem ser feitos com materiais 100% seguros.

Com os chamados baby bags, que lembram uma cesta, e que são, justamente os modelos pedidos no recall, é necessário atenção redobrada com a ventilação do bebê, pois seu rosto pode acabar encoberto, afinal, ele não é tão anatômico quando o anterior.

Existem slings feitos sob medida que são feitos de pano, porém não levam a argola. Além de assegurar que ele foi feito por uma empresa responsável e de confiança, lembre-se de checar as costuras e nunca se esqueça de que o sling, qualquer que seja o modelo, nunca deve ficar abaixo ou até mesmo na linha do quadril.

*Fonte: Revista Crescer

A importância de esterelizar mamadeiras

Cuidados com a limpeza das mamadeiras são fundamentais para a saúde do bebê

Marina Sarlo

Mesmo não indicado por especialistas, muitos pais costumam usar as mamadeiras na alimentação dos bebês. E se essa for a sua escolha, os cuidados com a limpeza devem ser redobrados. Não é apenas com água e sabão que você consegue limpar totalmente a mamadeira. Esterilizar é fundamental para destruir todo tipo de bactérias que podem ficar no local.

"O leite é um material orgânico e, por isso, pode se tornar um ótimo veículo de cultura de bactérias", explica Pedro Paulo do Amaral Corrêa, pediatra e neonatologista da Maternidade e Hospital São Luiz. A esterilização evita que esses germes - que podem estar tanto na saliva quanto nos resíduos de leite instalados na mamadeira - cheguem ao organismo do recém-nascido."Até os nove meses de vida, o bebê ainda não consegue se defender dos invasores, pois seu sistema imunológico está em desenvolvimento", diz o pediatra. A esterilização recomendada é através do aquecimento da mamadeira. O calor em tempo suficiente e a uma temperatura adequada consegue destruir quase todos os germes que estiveram em contato com a mamadeira.

DICAS:

Qual a melhor forma de esterilizar mamadeiras?
- Na panela comum (fogão): encha uma panela com água e ferva por cinco minutos. Em seguida, mergulhe os utensílios e verifique se as bolhinhas de ar desapareceram por completo. Deixe aquecer por mais 3 ou 5 minutos. ATENÇÃO: Não se esqueça de desligar o fogão depois do tempo desejado, pois se os utensílios ficarem fervendo por muito tempo, podem ser danificados.
- No microondas: colocar os utensílios em recipiente apropriado e aquecer por aproximadamente 8 minutos.
- No esterilizador: siga corretamente as "instruções de uso" apresentadas no manual de cada aparelho.

Onde devem ser guardadas as mamadeiras esterilizadas?
Assim que acabar a esterilização, não deixe as mamadeiras paradas no local onde foram esterilizadas (boiando dentro da panela, por exemplo). Elas devem ser retiradas da água, secadas e guardadas em local limpo, como um pote plástico, por exemplo.

Qual a freqüência para se esterilizar as mamadeiras?
Depois da mamada ou sempre que ela for utilizada com outros líquidos, como sucos e etc. O processo pode ser feito com duas, três ou até mais mamadeiras de uma só vez.

*Fonte: Revista Crescer

Mulher brasileira opina pouco em relação ao tipo de parto

Esta matéria é do blog de uma colega de profissão Angela Rios e achei interessante postar aqui.

Hoje em dia, o profissional da saúde que atende em consultório sabe que os pacientes estão cada vez mais informados sobre sua condição de saúde e as possibilidades de tratamento. É comum o paciente chegar ao consultório com um auto-diagnóstico e já sabendo os exames e os medicamentos que precisa.

Em contraste, no caso da obstetrícia, muitas mulheres deixam toda responsabilidade de um momento decisivo nas mãos dos médicos, sem buscar a verdade sobre a indicação de cesariana (até mesmo sobre seus riscos para a mãe e para o bebê).

Os médicos, por sua vez, não estimulam o parto normal pois temem que a falta de estrutura de um centro obstétrico (realidade aqui em Dourados e em tantas outras cidades), acarrete em um longo trabalho com baixa remuneração e prejudique sua rotina (que muitas vezes é bastante intensa).

Veja uma reportagem sobre isso que recebi por email, e solução (tecnicamente fácil e plausível) para o problema, no destaque.

Mulher brasileira opina pouco na escolha do parto

Quase 90% dos nascimentos do país ocorre por cesariana São Paulo – O medo da dor, a preocupação com o bem-estar do bebê e com o próprio corpo são alguns dos fatores que tornam o parto um dos momentos mais delicados da gestação. Mas, com exceção da parcela da população que procura atendimento humanizado e pode pagar por ele, as brasileiras opinam pouco quando se trata de escolher a forma de parir.

A arquiteta Anna Amorim, 27 anos, sempre teve o desejo e a certeza de que teria um parto normal. Durante o pré-natal do filho Pedro, chegou a trocar de obstetra porque sentia que a cesárea era certa. O segundo médico, que atendia pelo mesmo convênio, deu um prazo: 40 semanas:

– Embora seja considerada normal uma gestação de até 42 semanas, ele avisou que não esperaria mais do que 40.

Na data marcada, ainda sem sinais do trabalho de parto, Anna foi avaliada.

– Ele disse que não ia dar certo. Eu acreditei.

Depois de passar por experiência parecida em sua primeira gravidez, a psicóloga Pérola Boudakian, 32 anos, decidiu contratar uma equipe especializada em parto humanizado para assistir ao nascimento da caçula Beatriz.

– Fui atrás do prontuário do primeiro parto e descobri que o médico havia forjado um diagnóstico para justificar a cesariana ao plano de saúde. Não quis arriscar passar por isso de novo – conta.

Pérola enfrentou 33 horas de um trabalho de parto difícil, mas fez valer sua vontade de dar à luz a filha sem cirurgia.

Humanização do parto é procurar fazer com que o nascimento seja o menos traumático possível para a mãe e o bebê, explica o obstetra Francisco Vilella. Mas isso tem um custo, que varia entre R$ 6 mil e R$ 8 mil.

– Às vezes fico mais de 12 horas acompanhando um parto – relata Vilella.

A remuneração pelo parto na saúde suplementar varia de R$ 300 a R$ 600.

– Uma coisa é ganhar esse valor com hora marcada para trabalhar, outra é viver de sobreaviso. Há 10 anos se faz campanha para diminuir as taxas de cesariana nos convênios, mas os números só crescem. Estamos em quase 90%, embora pesquisas tenham mostrado que só 30% das brasileiras fazem essa opção no início do pré-natal – afirma Olímpio de Moraes Filho, da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia.

Para ele, é preciso mudar o paradigma do atendimento obstétrico brasileiro. Uma saída para o problema seria os hospitais privados receberem verba dos convênios para manter uma equipe permanente de obstetrícia. A gestante faria o pré-natal com um grupo de médicos e o parto com aquele que estivesse de plantão.

- Pesquisa recente da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que a mortalidade materna, a necessidade de transfusão de sangue e de internação em UTI é quase três vezes mais frequente nas cesarianas sem indicação médica do que no parto normal.

Alimentação durante o trabalho de parto

JULLIANE SILVEIRA DA REPORTAGEM LOCAL


Crença de que mulher deve ficar em jejum para dar à luz não resiste à revisão científica de vários estudos; comida deve ser leve.
Em nome do conforto, vale até comer enquanto o bebê não chega. Uma revisão recente de cinco estudos científicos concluiu não haver provas de que a alimentação durante o parto normal faz mal à mulher.

O trabalho avaliou dados de 3.130 mulheres e foi publicado pela Cochrane, rede internacional de revisão de pesquisas.

A crença de que a mulher deve ficar em jejum vem dos anos 1940, quando foi levantado o alerta de que, durante uma anestesia geral, haveria maior risco de vômito e de o alimento do estômago ser aspirado pelos pulmões, causando problemas à paciente.

Mas a anestesia aplicada na gestante só atinge o abdômen e os membros inferiores, tornando mínimo o risco de reaspiração dos alimentos. "Muitos médicos têm receio de ser necessária uma anestesia geral, mas isso é raro e atípico", diz o ginecologista Alberto d'Auria, diretor do grupo Santa Joana.

Na verdade, a alimentação pode ajudar a mulher: como ela pode esperar até 16 horas para o bebê nascer, precisa de uma fonte de energia. "Se sente fome, é sinal de que há algum nível de hipoglicemia. É mais saudável oferecer comida do que dar glicose na veia", acrescenta.

A exceção ocorre no caso de uma cesariana agendada. A cirurgia requer oito horas de jejum para alimentos sólidos e seis horas para líquidos.

"Se o parto for normal, mas houver suspeita de que a mulher não vai ter dilatação, também é melhor evitar a alimentação", diz a ginecologista Márcia da Costa, coordenadora médica da maternidade do Hospital São Luiz -unidade Itaim.

Experiência

A fisioterapeuta Luciana Morando, 27, já sabia que poderia se alimentar durante as contrações, caso sentisse fome.

Foi internada às 11h, e seu filho, Guilherme Mendes Morando, nasceu depois das 20h, tempo suficiente para ela almoçar e lanchar. "Achei importante comer. Parto é trabalho mesmo. Tive mais energia para o momento da expulsão."

Os alimentos devem ser leves como grelhados, purê, arroz e vegetais, para não piorar um eventual mal-estar causado pela dor, segundo a ginecologista Márcia da Costa. "Se ela estiver indisposta, pode tomar sopa. Vai do desejo da paciente." Se ela estiver sem apetite, o médico pode manter os níveis de glicemia com soro.


*FONTE: Folha de S. Paulo

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Excesso de higiene na infância debilita saúde de adulto, diz estudo

O ESTUDO COMPROVOU QUE AS CRIANÇAS QUE SE SUJAM TORNAM-SE MAIS RESISTENTES A DOENÇAS INFECCIOSAS NA IDADE ADULTA

Se você não suporta ver seu filho com aquelas mãozinhas lambusadas de terra que corre ir lavar, talvez seja hora de rever os conceitos e resistir a tanta limpeza. Sujar-se faz bem até pra saúde. Um estudo da Universidade Northwestern de Chicago, nos EUA, constatou que as crianças que se sujam na infância acabam se tornando adultos mais saudáveis e resistentes a doenças.

A equipe de pesquisadores quis compreender melhor em que medida o ambiente afeta a produção de proteína C-reativa (ou CRP), cuja concentração aumenta quando o corpo reage a uma infecção. Para tanto, foram analisados os dados de um estudo realizado nas Filipinas com filhos de 3.327 mulheres, desde seu nascimento na década de 80 até a idade adulta. As crianças foram submetidas a controles a cada dois meses durante os primeiros dois anos de sua vida e, depois, a cada quatro ou cinco anos. Questões de higiene da casa e da família, como a convivência com animais domésticos (como porcos ou cachorros) faziam parte da análise dos pesquisadores.

A retirada de mostras de sangue comprovaram que essas crianças filipinas haviam sofrido mais enfermidades infecciosas do que as americanas. Porém, quando atingiram a idade adulta (a partir dos 22 anos de idade), seu sangue apresentava concentração de CRP muito menor que a dos americanos, mostrando que sofriam menos inflamações. A concentração média de CRP era de 0,2 mg por litro de sangue entre os filipinos contra 1 a 1,5 mg entre os americanos. O estudo comprovou que a criança que se suja, mesmo que pegue doenças, se torna um adulto mais saudável.

Os dez mandamentos da maternidade

Sim, sua vida pós-bebê não será mais a mesma. E os sufocos que as mães de primeira viagem passam com o novo bebê dariam até pra virar livro. E virou. Rachel Hale, uma das fotógrafas mais famosas do mundo, acaba de publicar um livro para mães e pais em apuros: O Livro do bebê feliz: 50 coisas que toda nova mamãe deveria saber, recheado de estatísticas tranquilizadoras (sabia que 65% das novas mamães ficarão sem fraldas às 3h da manhã pelo menos uma vez?) e fotos maravilhosas de bebês de todos os jeitos. Se você tem ou está pra ter um bebê, veja quais os 10 mandamentos que, a partir de agora, vão ditar sua vida:


1. Renunciarás a uma casa limpa


2. Possivelmente, nunca mais terás uma conversa sem ser interrompida


3. Aprenderás a fazer compras às pressas.


4. Não cobiçarás a vida social da próxima.


5. Agora deverás realmente honrar tua mãe e teu pai.


6. Não mais terás todas as respostas.


7. Não mais precisarás de um relógio com alarme.


8. Deverás fazer cinco tentativas frustradas até conseguir sair de casa.


9. Perguntarás a ti mesma o que fazias com teu tempo.


10. Saberás que tudo isso vale a pena.

Peito preferido


Tem bebê que só gosta de mamar no seio esquerdo. Ou no direito. E vai mudar? O sujeito não pega e pronto. Só que o ideal é que o bebê mame nos dois seios, porque isso permite que as duas mamas tenham leite. É que a produção do leite é estimulada pela sucção, então, precisa alternar o lado, sim. Se a mãe não insiste, o leite do peito preterido pode diminuir e aí fica cada vez mais difícil de oferecê-lo à criança. Às vezes, o que acontece é que a mãe tem mais facilidade em acomodar o bebê em um dos lados, e o filho acompanha a preferência materna, estranhando quando precisa sair do bem-bom para mudar de peito.



O que também pode acontecer é um peito estar mais fissurado que o outro ou, ainda, que um deles libere mais leite que o outro, tornando a sucção do bebê mais fácil. Um jeito de contornar o problema é oferecer o peito que a criança gosta menos primeiro, na hora de mamar, que é quando ele está com mais fome. Ou ainda, mudá-lo de peito quando estiver bem sonolento.



O truque é mudar bem lentamente e sem alterar muito a posição do tronco da criança. A intenção é que o bebê não perceba que mudou de lugar. E, se seu filho não quiser mesmo este ou aquele seio, é primordial fazer a ordenha do peito que a criança não pega, com a mão ou com a bombinha. Assim, quando o bebê finalmente quiser voltar para o peito que ficou “parado”, o leite vai estar lá.





CONSULTORIA: CLARISSA KAHN, MÃE DE MARIA, CONSULTORA EM AMAMENTAÇÃO E PSICÓLOGA ESPECIALIZADA EM SAÚDE MATERNO-INFANTIL, TEL.: (61) 3201-0069. MÁRCIA KOIFFMAN, MÃE DE DEBORA, FERNANDA E FELIPE, ENFERMEIRA-OBSTETRA, PARTEIRA E CONSULTORA EM AMAMENTAÇÃO, WWW.PRIMALUZ.COM.BR, TEL.: (11) 5092-6436


Fonte: Revista Pais e Filhos

Como emagrecer depois da gravidez?

A CADA LITRO DE LEITE PRODUZIDO PELA MÃE, CERCA DE 900 CALORIAS SÃO GASTAS. APROVEITE A AMAMENTAÇÃO E VOLTE À SUA ANTIGA FORMA





Com tanta dedicação ao seu bebê recém-nascido, fica difícil tentar acabar com os quilinhos extras que você ganhou durante a gravidez. Faz parte, toda mulher passa por isso e, com dedicação, logo você estará cabendo naquela sua calça jeans skinny. Veja nossas dicas.


Amamente.



A amamentação ajuda na redução do peso pós-parto. Segundo a professora de nutrição Thelma Fernandes Feltrin Rodrigues, da Uninove, a mulher tem um gasto energético elevado para produzir o leite: são cerca de 900 calorias a cada litro. “Além disso, os processos de produção e de liberação do leite estimulam as contrações uterinas, auxiliando o retorno ao tamanho original do órgão”, explica a professora.



Não descuide da alimentação.



Afinal, tudo o que você come é utilizado pelo seu corpo para produzir o alimento do bebê. “A mulher que está amamentando não deve fazer dietas com grandes restrições calóricas, para não prejudicar a oferta de nutrientes ao bebê, como cálcio e vitamina D“, explica Thelma. A montagem do cardápio deve ter a supervisão de um nutricionista.



Siga uma dieta equilibrada



E variada, com verduras, frutas, legumes, cereais, leguminosas, carnes e laticínios. Beba bastante líquido e evite alimentos muito calóricos e pouco nutritivos, como doces, frituras e refrigerantes. Uma boa alimentação faz toda a diferença na hora de perder peso, já que, nessa fase, não dá pra pegar muito pesado com os exercícios.



Faça exercícios leves.



Para quem sempre se exercitou, inclusive durante a gestação, basta esperar uma semana antes de voltar ao ritmo anterior. Já as pessoas sedentárias precisam esperar o restabelecimento do parto, que leva em média, 20 dias. “Para a redução de peso, a atividade mais recomendada é a aeróbica, como caminhar, andar de bicicleta, correr ou nadar. Porém, o alongamento, a ioga e o relaxamento também são importantes para o período do puerpério”, explica a professora Fernanda Varkala, coordenadora do curso de Fisioterapia da Uninove.

Fonte: Revista Pais e Filhos

Conheça a Tabela de Sono dos Bebês, porque nem sempre que ele chora é fome!

Tabela de Sono dos Bebês


Notas do livro “Healthy Sleep Habits, Happy Child”, de Mark Weissbluth, MD



Recém-nascido: 1 Semana

- Bebê dorme bastante, 15-18 horas/dia

- Geralmente em intervalos de 2-4 horas

- Não há padrão de sono

2 a 4 semanas

- Sem tabela de horários, permita que o bebê durma quando precisa

- Bebê provavelmente não dormirá por periodos longos à noite

- O maior período pode ser de 3-4 horas

5 a 8 semanas

- Bebê está mais interessado em brinquedos e objetos

- O maior período de sono começa a aparecer regularmente nas primeiras horas da noite

- O período mais longo é de 4-6 horas (menos se tem cólicas)

- O bebê "fácil" tem períodos mais regulares

- Ponha-o para dormir aos primeiros sinais de cansaço

- Ponha-o pra dormir: não mais que 2 horas acordado

- Após acordar pela manhã já está pronto para soneca somente 1 hora depois

- O bebê vai se distrair mais facilmente, então precisa de um lugar quieto pra dormir

- Crie uma rotina de atividades que acontecem antes de cada soneca e da hora de dormir à noite

- Sinais de extrema fadiga: irritável, puxa o próprio cabelo, bate na própria orelha

3 a 4 meses

- A necessidade é maior de um lugar calmo e quieto para dormir, pois o bebê se distrai mais facilmente

- Não deixar o bebê acordado por mais de 2 horas (alguns agüentam somente 1 hora)

- 6 semanas de vida é quando o período de sono mais longo deve ser preferencialmente à noite (não de dia)

- O maior período de sono é somente de 4-6 horas

- Comece a colocar o bebê para dormir antes dele começar a ficar irritado ou sonolento


4 a 8 meses

- O sono do bebê se torna mais como o do adulto, com período inicial de não-REM

- A maioria acorda entre 7 da manhã, mas geralmente entre 6-8.

- Se o bebê acordar antes das 6 é bom colocar para dormir após mamar e trocar a fralda

- Não é possível mudar a hora que o bebê acorda de manhã colocando-o para dormir mais tarde

- Comidas sólidas antes de dormir tambem não resultam em acordar mais tarde

- O período acordado de manhã deve ser de cerca de 2 horas para bebê de 4 meses e 3 horas para bebês de 8 meses

- Então a soneca da manhã é por volta das 9 horas para a maioria

- Tenha um período tranqüilo e quieto, parte da rotina de dormir, com duração máxima de 30 minutos. Essa rotina deve começar 30 minutos ANTES do fim do período que o bebê fica acordado

- Um soneca só é restauradora se é de 1 hora ou mais, algumas vezes 40-45 minutos conta, mas 1 hora ou mais é o ideal

- Conte com outra soneca após 2-3 horas acordado

- Evite mini-sonecas no carro ou parque

- Não deixe o bebê tirar uma sonequinha para compensar uma soneca perdida

- Se o bebê tira a soneca quando deveria estar acordado, bagunça a rotina acordado/dormindo

- A Segunda soneca é geralmente entre meio-dia e 2 da tarde (antes das 3)

- Deve durar 1-2 horas

- Uma terceira soneca poderá ou não ocorrer, se ocorrer será entre 3-5 da tarde e geralmente bem rápida

- A terceira soneca desaparece por volta dos 9 meses de idade

- A hora de dormir ideal é entre 6-8 da noite, decida pelo quanto a criança está cansada

- Empregue uma rotina antes da cama com a mesma seqüência de eventos toda noite, assim a criança começará a predizer o que vem a seguir, ou seja, o sono

- A criança poderá acordar de 4-6 horas depois para mamar, algumas estarão com fome mas outras vão dormir direto, depende do indivíduo

- Uma Segunda mamada podera’ ocorrer por volta de 4-5 da madrugada,

9 a 12 meses

- A maioria dos bebês dessa idade realmente precisam de 2 sonecas/dia com duração total de 3 horas de sono

- Por o bebê pra dormir à noite mais cedo permitirá que ele durma até mais tarde de manhã (em alguns casos não )

- Rotina usual: acorda às 6-7 da manha, soneca da manhã 9:00, soneca da tarde 1:00 (antes das 3 pra não atrapalhar com o sono da noite), dormir à noite entre 6-8 pm

- Se o bebê que dormia à noite toda começar a acordar, tente antecipar a hora de dormir gradualmente de 20-20 minutos.


12 a 21 meses (1 ano a 1 ano e 9 meses)

- Muda de 2 sonecas para 1 soneca/dia, total duração de sono 2 horas e meia

- Se a mudança para 1 soneca é difícil, tente por na cama mais cedo, a criança poderá tirar 2 sonecas num dia e 1 no outro até estabilizar

21 a 36 meses (1 e 9 meses a 3 anos)

- Maioria das crianças ainda precisam de uma soneca

- Em média a soneca é de 2 horas mas pode ser entre 1-3 horas

- Maioria das crianças dormem entre 7-9 da noite, acordam entre 6:30-8 da manhã

- Se a soneca não aconteceu, é preciso por na cama mais cedo ainda

- Se a criança não dorme bem durante a noite, não permitir que a criança tire a soneca pode ser problemático, causar extrema fadiga

- Se a criança acorda entre 5-6 da manhã, e está bem descansada, pode-se tentar encorajar mais sono com cortinas escuras

- Ir pra cama mais cedo pode resultar em acordar mais tarde de manhã (sono traz mais sono, na maioria dos casos)

3 a 6 anos

- A maioria ainda vai dormir entre 7-9 da noite, acorda entre 6:30 e 8 da manhã

- Aos 3 anos a maioria das crianças precisam de 1 soneca todos os dias

- Aos 4 anos, cerca de 50% das crianças tiram soneca 5 dias/semana

- Aos 5 anos de idade, cerca de 25% das crianças tiram soneca 4 dias/semana

- Aos 6 anos de idade as sonecas geralmente desaparecem

- Aos 3 e 4 anos a soneca dura 1-3 horas

- Aos 5 e 6 anos a soneca dura entre 1-2 horas

7 a 12 anos

- A maioria das crianças de 12 anos vão dormir entre 7:30 e 10 da noite, na média 9 da noite. A maioria dorme 9-12 horas/noite.

- Muitas crianças de 14-16 anos agora precisam de mais sono que quando eram pré-adolescentes para manter a atividade ótima e serem alertas durante o dia.



*Fonte: Grupo Soluções para noites sem choro