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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Os Slings na UOL

Vamos "slingar" nossos bebês?


O termo "slingar" pode soar estranho para algumas mamães, até porque algumas delas jamais ouviram falar nisso, mas pode se tornar um parceiro inseparável pós-gravidez. Explicando bem: "slingar" é carregar o bebê em uma tipoia junto ao corpo. Essa tipoia chama-se sling e por isso "slingar" o bebê.

Várias celebridades, entre as quais Angelina Jolie, já estão desfrutando dos benefícios de um sling. É um pano envolto nos ombros e costas, onde o bebê é colocado como se estivesse em uma rede. Conforme o bebê cresce, pode colocá-lo sentado com as perninhas para dentro ou para fora. E outro item importante é que o papai também pode usufruir desse novo benefício.


Isso lhe parece desconfortável e que logo terá dores nas costas? Pelo contrário, o sling equilibra o peso da criança sobre os ombros e costas da mamãe ou do papai, sendo o risco de dores nas costas menor do que quem carrega o bebê nos braços.

Além do menor risco de dores nas costas por conta do equilíbrio do peso que o sling oferece, nessa tipoia os pais não cansam os braços, estão sempre com seu bebê juntinho do corpo e ainda ficam com os braços livres para fazer o que quiser.

Já com o bebê nos braços, a mamãe logo se cansa e o coloca em um carrinho ou no berço, perdendo os benefícios de estar pertinho do calor e cheirinho da mamãe ou do papai.

Bebê quietinho no colo dos pais - O sling tem mais benefícios para os pais e o bebê. O bebê que fica "slingado" chora 54% a menos a noite e 43% a menos durante o dia. Sabe por quê? Como todo bebê é esperto, ele se sente muito mais protegido e amparado pelos pais, que ficam literalmente colados durante o dia.

Para as mamães que ainda amamentam, o sling deixa a amamentação mais discreta em lugares públicos. A mulher pode amamentar sem ficar constrangida. Para andar alguns quarteirões, a "tipoia" é a melhor opção já que o excesso de buracos nas ruas impede os pais de caminhar com facilidade com o carrinho. Com ele no sling fica mais tranquilo o passeio.

Outros benefícios - Carregar o bebê assim previne a regurgitação e reduz a formação das cólicas, favorecendo a digestão. A mamãe ou papai conseguem fazer as suas atividades conversando com seu bebê já que suas mãos estão livres e o bebê juntinho do peito.

Pais que "slingam" conseguem entender melhor o que seu bebê está querendo, atendendo melhor as necessidades do pequeno. Há um melhor desenvolvimento motor e emocional da criança que é carregada pelo sling. Mas sem esquecer que criança também precisa correr, pular e praticar outras atividades motoras.

Além de tudo isso, o sling proporciona ao bebê a visão do mundo. No carrinho o bebê só enxergava os joelhos dos adultos, no sling conseguem conhecer melhor o mundo.

Dicas

O sling deixa de ser recomendado quando o bebê tiver mais de 10% do peso da mamãe

Nunca troque a cadeirinha de segurança do carro pelo sling que não oferece a mesma segurança para o transporte em um veículo.

Cozinhar não é uma opção para quem está com o bebê no sling. O perigo de queimaduras é grande.

Bruno Rodrigues - Guia do Bebê UOL

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Tipos de parto:

A escolha do parto é tão importante quanto a decisão de ter um filho. Porém, é bom lembrar que a recuperação pós parto é bem mais rápida quando não é realizado cirurgia.



Parto Normal ou Vaginal – é feito no hospital, em posição ginecológica. Sendo realizados os seguintes procedimentos, se necessário: episiotomia, rompimento artificial da bolsa d'água, indução com soro, anestesia...

Parto Natural – é conhecido como “Parto Fisiológico” sem intervenções, sem anestesia. É realizado no hospital e algumas vezes domiciliar.


Parto Fórceps – é o parto que utiliza um instrumento cirúrgico (par de colheres metálicas), que busca ajustar a cabeça do bebê no canal de parto e puxar para fora; em casos emergência ou sofrimento fetal. Mas é realizado no parto normal, se necessário.


Parto de Cócoras – é também conhecido como parto verticalizado com (auxílio da gravidade), por não ser realizado na posição ginecológica. Permite a liberdade de movimentos, é um parto mais rápido, mais cômodo para a mulher e mais saudável para o bebê. O parto de cócoras só pode ser realizado se o feto estiver na posição cefálica (com a cabeça para baixo). Podendo ter a presença do pai para proporcionar apoio. Hoje, já existem banquetas que facilitam a parturiente ficar nesta posição.


Parto na Água – é o parto que utiliza uma banheira especial ou improvisada com água quente. A parturiente fica sentada com os órgãos genitais totalmente cobertos de água para dar à luz. O pai também poderá entrar na banheira e apoiar a mulher.


Parto Humanizado – é aquele de acordo com as recomendações da OMS; “respeitando a fisiologia do parto e os direitos da mulher”. As Regulamentações exigem a liberdade às escolhas da gestantes e movimentos, permissão para que o bebê fique sobre a barriga da mãe por alguns minutos após o parto, a presença de um acompanhante, incentivo à amamentação nos primeiros minutos de vida, entre outros benefícios.


Parto sem Dor – é o parto com anestesia feito com a aplicação de anestesia peridural ou raquianestesia. Cuja anestesia é aplicada no final do trabalho de parto, já no período expulsivo, de modo que tira a dor do período de dilatação, mas as contrações se mantêm. O parto sem Dor é também conhecido como Parto com Analgesia – método realizado com aplicação de medicações farmacológicas de bloqueio da dor. A dor do parto pode ser aliviada de várias maneiras: apoio informativo, emocional e apoio físico, massagem terapêutica, técnicas de respiração, banhos, relaxamentos. Assim terá menos dor do que uma mulher assustada e tensa.


Parto Leboyer – Leboyer foi um obstetra francês que desenvolveu uma forma mais amena de se nascer: com pouca pouca luz, silêncio, sem violência, banho do bebê perto da mãe, bebê poderia ser dado pelo pai e entregue à mãe, amamentação imediata e episiotomia era de rotina. No entanto o foco era pela qualidade de nascimento oferecida ao bebê, não a mulher.


Cesariana – é uma cirurgia. A cesariana é indicada em casos em que a vida da mãe ou do bebê estão em risco, é apenas para salvar a vida de ambos. Por exemplo: pressão alta materna.

Independentemente do tipo de parto, vamos nos preparar!

Lei do Acompanhante

Em 2005, o presidente Lula sancionou a Lei do Acompanhante (11.108), que garante que todas as gestantes do SUS a possibilidade de ter um acompanhante de sua escolha durante todo o trabalho de parto, parto e pós parto. Fonte: (“GUIA DO DIREITO À SAÚDE - Sistema Público de Saúde (SUS), medicamentos e planos de saúde”, publicado pelo IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor)

Lei do Accompanhante é Aprovada

Atos do Poder Legislativo

LEI N o 11.108, DE 7 DE ABRIL DE 2005

Altera a Lei n o 8.080, de 19 de setembro de 1990, para garantir às parturientes o direito à presença de acompanhante durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.

O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1 o O Título II "Do Sistema Único de Saúde" da Lei n o 8.080, de 19 de setembro de 1990, passa a vigorar acrescido do seguinte Capítulo VII "Do Subsistema de Acompanhamento durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato", e dos arts. 19-J e 19L:

"CAPÍTULO VII

DO SUBSISTEMA DE ACOMPANHAMENTO DURANTE O TRABALHO DE PARTO, PARTO E PÓS-PARTO IMEDIATO

Art. 19-J. Os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde SUS, da rede própria ou conveniada, ficam obrigados a permitir a presença, junto à parturiente, de 1 (um) acompanhante durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato.

§ 1 o O acompanhante de que trata o caput deste artigo será indicado pela parturiente.

§ 2 o As ações destinadas a viabilizar o pleno exercício dos direitos de que trata este artigo constarão do regulamento da lei, a ser elaborado pelo órgão competente do Poder Executivo.

Art. 19-L. (VETADO)"

Art. 2 o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 7 de abril de 2005; 184 o da Independência e 117 o da República.

JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA

Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto

Humberto Sérgio Costa Lima



Fonte: Ministério da Saúde – 11/04/2005









Cinematerna Estréia Amanhã

O Cinematerna estréia amanhã no Espaço Unibanco no Shopping Miramar as 14:00.

Preço para acompanhantes: R$ 4 e R$ 2 (meia para estudantes e pagamento com cartões Unibanco e Itaú).


Filme: Jogando com Prazer
Para Nikki (Ashton Kutcher) a vida é um jogo bem simples. Ou você é a caça ou o caçador. Ele se considera um cara muito esperto e sabe que a beleza e juventude são suas melhores cartas. Frequentando grandes festas nos melhores clubes e nas maiores mansões de Los Angeles, ele passa os dias e as noites aproveitando o melhor que a vida pode dar. Com Samantha (Anne Heche) sua última conquista, ele ganhou tudo que sempre sonhou. Porém ao encontrar Heather, uma sedutora garçonete, ele descobre que as regras do jogo acabaram de mudar e agora ele vai ter que decidir se vai querer continuar jogando.

País de Origem: EUA

Gênero: Comédia

Classificação etária: 16 anos

Tempo de Duração: 97 minutos

Participe, você vai adorar e seu bebê também!!!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Dúvidas sobre os serviços prestados por uma Doula:




- Como ter autorização do hospital para se acompanhada por uma doula?
R: Para obter autorização é preciso que a cliente conversa com seu médico sobre a atuação da Doula e procure informações do protocolo de cada instituição, pois existem hospitais que permitem sem questionamento, outros só permitem se o obstetra autorizar a sua presença como membro da equipe.



- Quais os hospitais que a doula atua?
R: A doula atua em diversos hospitais, sendo que a escolha é feita em conjunto com a cliente e o seu obstetra; levando em consideração segurança, comodidade, hotelaria, custos ou próprio credenciamento da cliente com o convênio .


- A doula atua somente em partos normais?
R: Não, a doula atua também em cesáreas orientando, auxiliando e  apoiando o casal. Explicando sobre a cirurgia e acompanhando no pós parto.



- Quais os hospitais da Cidade de Santos que realizam assistência ao parto humanizado ?
R: Todos os hospitais prestam assistência ao parto humanizado; o que vai determinar é se o Médico (Obstetra), escolhido pela cliente é adepto aos princípios da humanização.



- Quantos acompanhamentos a doula faz com a cliente?
R: São realizados três acompanhamentos no pré – natal, durante o trabalho de parto e pós parto. Mas poderá ser agendos outros encontros com a cliente sempre que necessário.


- Os honorários da doula?
R: Para saber os honorários da doula e os diferentes tipos de tratamentos fisioterapêuticos, consulte, por favor, os tels. (13) 32244127 ou (13) 97850126. Também pelo e-mail paulaylsampa@hotmail.com. Você pode tirar todas as suas dúvidas.




- Que momento a cliente deverá entrar em contato com a doula?
R: A cliente deverá entrar em contato com a doula, após a liberação do médico (Obstetra), sendo assim ambas decidirão qual é o melhor local para se encontrarem seja na casa da cliente, no consultório ou hospital.




- Quais são os itens que a doula pede para cliente levar à maternidade?
R: A doula pede para levar os seguintes itens: CD de música (com ritmos de preferência da cliente), elástico e tiaras de cabelo (caso precisar prender os cabelos), insenso (cheiro de preferência da cliente), toucas plásticas para o chuveiro, meias (para aquecer os pés), chinelo e camisola.




- Quais os exercícios que a doula coloca a cliente para praticar durante o trabalho de parto?
R: Os exercícios praticados são inúmeros. Porém, a doula escolhe alguns deles, de acordo com a necessidade da cliente, diagnóstico do obstetra ou pela escolha de preferência da parturiente ao relatar como se sente melhor ao praticar determinado exercício.




- Quanto tempo a doula permanece com a cliente após o parto?
R: A doula permanece com a cliente por uma ou duas horas após o parto, acompanhando a saída da placenta e os primeiros cuidados com a mãe e com o bebê. Até que ela se sinta confortável e possa ficar com a sua família no quarto.


- Qual a função da doula no pós parto?
R: A doula passa visita no dia seguinte do parto, auxilia na amamentação, cuidados com o bebê, se tiver necessidade faz drenagem linfática.

- Qual a metodologia de trabalho?
R: Realizamos previamente exercícios de expulsão, explicamos a função do papai na hora, como ele deve agir para ajudar a gestante, explicações sobre cuidados com o bebê, preparo dos seios, buscamos intermediar a relação com a equipe de enfermagem, visando sempre o bem estar do casal.


- Será que vale a pena contratar uma doula?
R: Lembre-se que para cuidar do bebê existe o pediatra, para o parto o médico obstetra e quem zelará por você nesta hora tão especial?

Pesquisadores comprovam a importância da mímica na comunicação

Quando falar com seu filho, use e abuse das mãos e dos gestos. Pesquisadoras da Universidade de Chicago realizaram uma pesquisa com crianças de diferentes classes sociais e constataram que bebês cujos pais gesticulam na hora de falar têm mais chance de desenvolver um vocabulário mais rico.

O teste levou em conta crianças de 14 meses que voltaram a ser analisadas depois dos quatro anos de idade. O estudo verificou também que crianças de classes elevadas tinham, em geral, um vocabulário mais extenso do que aquelas de classes baixas.

O que aumenta a quantidade de leite?

A mãe, a avó, tia, todo mundo vem com um ingrediente mais inusitado que o outro na hora em que esta pergunta aparece. É canjica, cerveja preta e até fubá, tudo indicado por uma mulher que diz que é tiro e queda. Mito ou verdade?

Os tais alimentos que estimulam, ou parecem estimular, a produção de leite são chamados de lactogogos ou galactogogos. A verdade é que, se a mulher acredita que os ingerir vai ajudar, o leite acaba vindo.

Funciona quase como um placebo mesmo. Segundo a consultora em amamentação Fabíola Cassab, os lactogogos são bem vistos porque dão segurança à mulher, e isso é o principal passo para a amamentação bem sucedida.

Claro, a mãe também tem de estar em um ambiente em que se sinta segura. Tudo resolvido?

Então, é só relaxar e amamentar.

sábado, 17 de outubro de 2009

Parto dói?

A resposta é: sim! O parto dói.
Não tem como mentir. O parto dói, mas vou acrescentar uma coisa: vale a pena sentir essa dor. É dor boa. E faz um bem danado para nosso filho e nós mesmas evitarmos qualquer analgesia.

A dor do parto é o resultado das contrações uterinas que, junto aos movimentos fetais, pressionam o colo do útero para que ele se abra e permita a passagem do bebê. É como escancarar uma porta muito bem selada. A dor é a sensação física desse deslocamento e flexibilização do ambiente interno (o corpo da mãe) para que a porta do tesouro se abra, e haja o nascimento.

Quando se fala em “dor” se pensa nas dores que já se experimentaram. Todo mundo já passou por algum tipo de dor. Porém, aquela do parto é diferente de todas as outras. Parece-se com a dor menstrual, mas não é a mesma coisa. Porque a dor do parto vem a intervalos. Ela chega e vai, como uma onda que quebra na praia e se retira de volta para o mar. Quando a contração passa, a dor desaparece, não fica nem um rastrinho, nem aquela sensação dolorida que temos após uma dor de barriga ou uma sessão ao dentista. Nada. O mesmo vale após o nascimento do bebê: cadê a dor? Sumiu, do corpo e da mente.

É bom lembrar, também, que a dor é subjetiva. Cada um tem seu limiar de dor. A sensação física da dor varia de pessoa em pessoa. Da mesma forma, a percepção psicológica da dor é um fator totalmente subjetivo. O sofrimento que sentimos depende do que pensamos a respeito do que estamos vivendo. Quanto mais coitadinhas nos sentimos, mais gigantesca será a dor. Quando mais tranquila nossa mente e emoções, mais fácil será fluir através da experiência.

E, falando em postura emocional, as emoções conscientes e inconscientes de uma mulher em trabalho de parto influenciam a evolução do trabalho de parto e parto, para melhor ou para pior. Para que o emocional tenha um papel positivo é preciso:

1) cuidar dele, ou seja de si mesma, durante a gestação sendo sinceras conosco, desbafando com alguém de confiança, explorando as emoções que se apresentam sem medo.

2) ter no parto pessoas confiáveis e que confiam na gente.

3) sentir-se à vontade no ambiente físico e naquele humano.

4) saber o que está acontecendo.

5) soltar-se e viver intensamente o momento, sem medo.

Mulheres à vontade tendem a ter partos mais fáceis e menos doloridos.

Mulheres aparentemente à vontade, com auto-confiança inflada, não tendem a ter os partos de seus sonhos.

Mulheres estressadas tendem a ter partos estressados.

Mulheres apavoradas tendem partos muito doloridos.

Dá para entender que o medo funciona como um megafone, amplificando a dor do parto, não só aquela psicológica (a sensação de estarmos sofrendo) como aquela física, porque tensiona o corpo. É como tentar abrir o portão quando alguém do outro lado tenta fechá-lo.

Em termos técnicos, escreve Erica Cristina Motta em seu TCC “Resgate Histórico da Assistência ao Parto: por um Parto Respeitoso”:

“O processo de dor vivenciado pela parturiente é mais acentuado quando esta não se encontra em condições adequadas de conforto, privacidade e respeito durante o trabalho de parto. Ambientes “frios”, mesas de parto horizontais, mudança de sala na passagem do primeiro para o segundo estágio do trabalho de parto, alto número de toques vaginais, restrição alimentar e hídrica, pessoas desconhecidas, são fatores que estimulam a ansiedade e a prontidão, o que dificulta a concentração da mulher, consequentemente, inibe a liberação de hormônios que vão facilitar o parto e proteger a mulher da dor, causando o ciclo medo, tensão e dor.”

Antes, então, de assustar-se com a perspectiva da dor, vamos nos preparar, conhecer, entender, ajeitarmo-nos e encontrar a própria forma de lidar com a experiência. Sofrer não é preciso. Bebês não nascem na marra, ou, não deveriam. Nascem no amor, com amor. Busquem seu jeito pessoal de fazer isso acontecer.

Adriana Tanese Nogueira

http://humanizacaoesperta.blogspot.com/



Como devo estocar o leite?


Razões médicas para prescrição de complemento


Saiba mais sobre a Cesárea...


Riscos da Cesárea


Dados sobre parto normal X Cesárea


Índice de parto cesáreo pelo mundo


segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Intervalo entre uma gravidez e outra interfere na saúde da mãe e do bebê

O tempo ideal entre as gestações deve ser de 18 meses a cinco anos. Mais ou menos que isso pode não ser bom...


Está pensando em ter um segundo filho? Saiba que você não deve nem esperar demais e nem de menos para engravidar. Cientistas escoceses descobriram que intervalos muito longos ou muito curtos entre as gestações podem oferecer risco à mãe e ao bebê. O tempo ideal entre uma gravidez e outra, sugerem os estudiosos, deve ser de 18 meses a cinco anos.



Para este estudo, foram avaliadas 89 mil gestações de espaço inferior a cinco anos. E viram que uma gravidez com intervalo menor do que seis meses pode aumentar em até duas vezes o risco da ocorrência de nascimentos de bebês com prematuridade extrema. Nas mesmas condições, a prematuridade média apresentou aumento de 60 % e a morte da criança logo após o parto foi três vezes maior.

Outro estudo que segue a mesma linha, feito pela Fundação Santa Fé, na Colômbia, descobriu que engravidar após cinco anos de intervalo aumenta os riscos de prematuridade e baixo peso do bebê ao nascer, ainda que numa escala menor.



Unindo as duas pesquisas, a conclusão que se chega é que é preciso um planejamento familiar antes de engravidar, sim. E que essa gestação deve ser acompanhada por médicos, claro. Dessa forma, os riscos para as mães e para os bebês podem ser minimizados.

Estresse X Hipertensão (pré eclampsia)

Pesquisadores do Temple University College of Health Professions realizaram uma pesquisa, a respeito da relação entre estresse e sintomas de pré-eclâmpsia e hipertensão na gravidez.


A pré-eclâmpsia e a hipertensão na gravidez são situações de grande risco, tanto para a gestante quanto para o próprio bebê. Elas se associam a um aumento do risco de partos prematuros, hemorragias, baixo crescimento intra-uterino, entre outros. Em relação à pré-eclâmpsia, pouco se sabe sobre os fatores que levam ao seu desenvolvimento, entretanto, sabe-se que ela é uma doença específica da gravidez.

Os autores avaliaram mulheres após o parto, com o diagnóstico de pré-eclâmpsia e hipertensão na gravidez, em três diferentes hospitais da Filadélfia, Pensilvânia, procurando analisar quais fatores poderiam agravar esses sintomas.

Segundo os pesquisadores, as pacientes com pré-eclâmpsia e hipertensão na gravidez, apresentavam valores elevados de estresse psicológicos. Nenhuma variação entre questões sociais foi observada entre as pacientes.

Diante dos resultados, os autores acreditam que medidas de suporte emocional e psicológico devam ser promovidas, entre as pacientes que apresentam pré-eclâmpsia e hipertensão durante a gravidez, a fim de minimizar o surgimento de sintomas e proporcionar uma melhor gestação.

Moda para bebês

BEBÊ


It′s only rock ′n′ roll...




...mas a gente amou, amou, amou muito! Babador e body para bebês e pais do rock.
1. Body longo Baby Rock, R$ 30

2. Babador Rock Baby, R$ 39.


Aonde comprar?
Baby Rock, tel.: (11) 3569-7071, www.babyrock.com.br Rock Baby, tel.: (21) 2522-2169, www.rockbaby.com.br

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Novidade em Santos: CINEMATERNA

...isso mesmo! Agora, você que mora aqui em Santos e na região da Baixada, também vai poder participar das sessões de cinema juntinho com seu bebê, menor de 18 meses!


O CineMaterna estreia dia 29 de outubro em Santos e somos a sexta cidade a ter o Projeto, que vai acontecer quinzenalmente, no Espaço Unibanco, no segundo andar do Shopping Miramar!

Para fazer parte e ter seu ingresso garantido para a estreia, você deve entrar no site abiaixo e se cadastrar!

Para votar e escolher o filme que irá passar na próxima sessão, você também deve estar cadastrada no site, então, entre lá e comece a participar!



Nessas sessões, além da sala ser adaptada, com trocador, luz leve e ar condicionado agradável, após cada filme acontece ainda uma bate-papo no café que fica no mesmo local do cinema...

então, aproveite essa dica de cultura e lazer...e divirta-se com seu bebê e outras mães!


Boa diversão...e até lá!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Pesquisa científica aponta eficácia do Yoga na gravidez

Pesquisa Científica aponta a eficácia do Yoga na Gravidez:


Cientistas da Fundação de Pesquisa Vivekananda, na Índia, investigaram os efeitos da prática do Yoga na gravidez em diversas situações: peso ao nascer, prematuridade e complicações na gravidez.

O estudo reuniu 335 mulheres que faziam seu pré-natal na Maternidade Gunasheela, na cidade de Bangalore, a partir da 18 e 20 semanas de gravidez, e que foram acompanhadas até o dia do parto. 169 destas gestantes praticaram uma hora de Yoga diariamente e as outras 166 fizeram caminhadas de 30 minutos duas vezes ao dia. O trabalho de Yoga incluía a realização de posturas, exercícios respiratórios e meditação.

Os pesquisadores chegaram as seguinte conclusões:

No grupo das gestantes praticantes de Yoga:

O número de bebês que nasceram com peso igual ou superior a 2,5 kg foi significativamente maior;

O número de partos prematuros foi consideravelmente menor;

O número de complicações como retardamento do crescimento intra-uterino e hipertensão devido ‘a gravidez foi expressivamente menor;

Não houve registro de efeitos colaterais significativos.
Os autores do trabalho concluíram que a prática do Yoga na gravidez é totalmente segura e aprimora o ganho de peso do bebê.


Estudo publicado no Journal of Alternative and Complementary Medicine, 11 (2): 234-44. Abril 2005.

Onde fazer aqui em Santos?
Adriana Vieira
Av Ana Costa, 311 Cj 41 Gonzaga -Santos

Prepare-se para o seu parto!