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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Como usar um teste de gravidez?

Você pode fazer um teste em casa a aprtir do primeiro dia em que sua menstruação falhou. Como há vários tipos de testes à venda no mercado, leia cuidadosamente as instruções do fabricante.
É melhor usara a primeira urina do dia porque, sendo mais concentrada, até mesmo quantidades mínimas de HCG podem ser detectadas. No decorrer do dia, a urina fica mais diluída em função do que você bebe e come e, assim, os níveis hormonais do início da gravidez podem ser muito baixos para que sejam detectados por teste doméstico.
Alguns testes mandam que se coloque um bastonete no fluxo da urina. Em outros, você deve primeiro urinar em um vasilhame limpo, depois retirar um pouco dessa urina com o conta-gotas fornecido e pingar umas gotas na abertura de um bastonete oblongo (peça quadradinha).
O resultado geralmente aparece em minutos e pode ser lido procurando-se uma linha vermelha na abertura do bastonete. Ás vezes, há também uma linha indicando que o teste foi realizado corretamente.
Se o resultado for negativo, mas você continua achando que você está grávida, repita o teste dentro de 5 a 6 dias.
Talvez ainda seja cedo demais para detectar a gravidez ou você pode ter engravidado mais tarde do que supôe. Isso acontece com mais frequência quando se tem uma menstruação irregular.

você sabia....

VOCÊ PODE "MENSTRUAR" QUANDO ESTÁ GRAVIDA
Alguma mulheres perdem um pouco de sangue por volta do 8 dia da fertilização do óvulo. Esse sangramento é normalmente menor do que o da menstruação e deve-se à implantação, momento em que o ovo se fixa à parede uterina.
Então meninas... nem sempre se pode ficar tranquila com a vinda da menstruação ;)

Assuntos para tratar em sua primeira consulta...

Sua primeira consulta será bem-sucedida e produtiva se você estiver preparada. Além de considerar as questões abaixo, é bom falar com sua mãe para saber sobre as gestações dela - se foram normais, se teve complicações e assim por diante. Se houve complicações, de que tipo foram? Peça para o papai obter informações semelhantes da prórpia mãe.
  1. Qual é a sua história médica? Você ou o seu parceiro têm histórico de ocorrências que parecem se repetir na família? Já fez alguma cirurgia - e, por causa disso, tomou anestesia - oi foi hospitalizada? È alérgica a alguma medicação?
  2. Tem alguma doença preexistente? Está tomando- ou estava, quando engravidou medicação para alguma doença crônica, como asma ou hipertensão?
  3. Se esta não é sua primeira gestação, há quantos anos foi a última? Foi uma gravidez saudável, normal ou houve complicações? Informe seu médico se já teve algum aborto.
  4. Faz exercícios regularmente? Sua dieta é saudável? Você fuma? Quanto e com que frequência toma bebidas alcoólicas? Usa alguma droga por prazer?
  5. Qual é sua origem étnica? Como algumas doenças são mais comuns a determinados grupos étnicos, o médico pode querer saber suas origens e as do seu parceiro.
  6. Que tipo de atividade você exerce? Seu trabalho pode trazer riscos para seu bebê não-nascido? Lida com produtos químicos ou raios X? Seu ambiente de trabalho é quente ou frio? Você viaja muito? Seu horário de trabalho é caótico?
  7. Você tem um lugar permante e protegido para viver? É limpo e seguro?
  8. Qual foi a data do primeiro dia da sua última menstruação? A data provável do seu parto é calculada a partir dessa data. Sua menstruação era regular? Com quantos dias de intervalo?
  9. Usava algum tipo de anticoncepcional antes de descobrir que estava grávida? Se estiver usando dispositivo Intra-uterino (DIU), diga ao seu médico, porque isso pode causar complicações. Se você estava tomando pílulas anticoncepcionais quando engravidou, não prejudicará o bebê, mas suas datas talvez não sejam muito precisas.

Fonte: A bíblia da gravidez, ed CMS

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Acompanhamento Pré- Natal


Durante toda a gestação, você e seu bebê serão atentamente acompanhados para assegurar que tudo ocorra bem. O acompanhamento pré-natal é vital para a gravidez e também é uma fonte de informações e de segurança para você!


BASES DO BOM ACOMPANHAMENTO:

Depois da excitação inicial de se descobrir grávida, você precisa passar a cuidar de si e do seu bebê, o que significa programar seu acompanhamento pré-natal.

Nunca foi tão seguro ter um bebê como hoje em dia - se você tem boa saúde, suas chances de dar à luz a um bebê saudável são de 95%. Isso, porém, não é motivo para faltar às consultas.


OBJETIVOS DO ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL:

Os exames e testes realizados durante o preíodo pré-natal destinam-se a fornecer o máximo de informações sobre sua gestação, ou seja:



  1. Investigar seu estado de saúde. Os exames e testes revelam problemas de saúde preexistentes, como insuficiência renal ou hipertensão. Se algum problema for detectado, ele será acompanhado nas consultas seguintes.


  2. Avaliar seu estado geral. Os profissionais que acompanham seu pré-natal vão avaliar seu estado geral físico e emocional em cada consulta.


  3. Avaliar o estado geral do bebê. Os exames programados para você, que podem incluir até 4 ultrasonografias, destinam-se a acompanhar o desenvolvimento e o crescimento do seu bebê. Se for encontrada alguma anomalia, outros exames serão solicitados.


  4. Detectar complicações. Sintomas como azia ou hemorróidas, comuns na gravidez, são simples, mas incomodam. O médico vai orientá-la sobre como tratá-las e, se possivel, evitar que se repitam. Detectar problemas invisìveis, como diabetes gestacional ou a pré eclampsia, para que sejam tratados e tenham efeitos minímos sobre o bebê em desenvolvimento.


  5. Instruí-la e prepará-la para a maternidade. Há tanto o que aprender sobre a maternidade, na verdade, você nunca para de aprender. O ideal é fazer cursos para ajudar.


  6. Prepará-la para o parto. Agora, pode parecer muito distante, mas você vai se surpreender como o dia do parto chega logo.

A ESCOLHA DO MÉDICO:


O médico da família talvez possa acompanhar sua gestação, mas se ele não for obstetra, ou você não sentir tanta segurança nele, fale com suas amigas que tiveram bebês recentemente ou procure uma entidade médica ou que cuide de assuntos ligados à gravidez e parto e peça uma lista de profissionais da sua região.


É extremamente importante saber o histórico desse médico, pois se você quer tentar um parto normal, procure médicos que fazem este tipo de parto, para que depois vocês não tenham a supresa de uma cesárea marcada!

Fonte: A bíblia da gravidez, Ed CMS


Devo usar meias elásticas?

Entre tantas dúvidas que permeiam as grávidas, há duas especialmente importantes: os cuidados estéticos e os da saúde vascular, e o uso de meias e a utilização da drenagem linfática.
Para as gestantes não portadoras de varizes, as meias elásticas preventivas ou de descanso devem apresentar compressão entre 15 e 20 mmHg.
Já aquelas portadoras de qualquer tipo de doença varicosa, o uso recomendado é de meias elásticas com a pressão entre 20 e 30 mmHg.
No caso da Drenagem Linfática Manual, ela faz parte de um tratamento indicado para o linfedema que é denominado de terapia física complexa. Deve ser realizada por fisioterapeuta com formação universitária, especialmente treinada para esta função.
A recomendação médica indica que as gestantes com muito edema (inchaço) associe o uso de meias elásticas e drenagem linfática. É importante ressaltar que as meias devem ser colocadas na posiçaõ deitada e logo pela manhã.

Coleção gestação & bebê por Dr Newton Barros Junior

Bibliografia que recomendamos para ajudar na sua preparação

  1. A cientificação do amor, Michel Odent - Ed Saint Germain
  2. Meditação para gestantes: O guia de uma gravidez saudável, plena e feliz, Fadynha - Ed Sextante- 1999.
  3. Memórias de um homem de vidro, reminiscências de um obstetra humanista, Ricardo Jones, Ed Idéias a Granel, 2004.
  4. Parto normal ou cesárea, O que toda mulher deve saber (e todo homem também), Simone Grilo e Ana Cristina Duarte, Ed. Unesp, 2004.
  5. A experiência de dar á luz- Sheila Kitzinger, Ed Martins Fontes, 1987.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Slings: Adote-os



Usados por artistas, carregadores permitem a interação de mães e bebês


Por Luana Martins • 21/08/2009


Prepare-se para dizer adeus aos antigos carrinho e bebê-conforto. Uma alternativa mais prática e fashion de transportar o filhote chegou para ficar: os slings! Eles caíram no gosto das celebridades. Certamente você já viu fotos de Julia Roberts, Angelina Jolie, Cindy Crawford, Sheryl Crow, Courtney Cox, Gwen Steffani, Kate Hudson e muitas outras celebrities com estes porta-neném. E os especialistas garantem: as vantagens são muitas. Crianças "slingadas" crescem mais calmas, seguras, com a auto-estima elevada e desenvolvem melhor seu potencial cognitivo e motor.
Mas você sabe o que é um sling? "Do inglês 'pendurar', o sling é uma faixa de pano com duas argolas em uma das extremidades que, ajustada ao corpo, permite o transporte de crianças de até 20 quilos (quatro anos) deitadas, sentadas ou nas costas do adulto", explica Bettina Lauterbach, empresária da marca "Baby Slings". Sua origem remonta à Antiguidade. "Há séculos, sobretudo na Índia, África e nas tribos indígenas, as pessoas utilizavam panos para aconchegar e transportar suas crianças", conta a empresária.
Recomendaram-me o sling quando meu filho estava com menos de um mês e sofria de refluxo. Ele melhorou, passou a dormir melhor e, por isso, nunca usei carrinhos para ele passear. Hoje, ele já traz o sling para que eu o coloque nele. É lindo e todos saem ganhando
- O carregador aumenta a auto-estima do bebê, pois ele recebe mais carinho e atenção do que estando no carrinho ou bebê-conforto.
- O sling protege, ainda, a criança do sol e do vento. E facilita a circulação em meio a multidões e lugares com desníveis ou de difícil acesso.
- Ele é prático, confortável, lavável, dobrável, leve e seguro.
Até a mamãe sai ganhando. "O sling me permite realizar tarefas antes impossíveis com o bebê nos braços. Posso, ainda, amamentar a criança na rua, discretamente, graças à faixa extra de tecido do carregador", relata Andreza de Freitas Espi, consultora de babywearing e fabricante dos slings "Mania de Sling". E, ao contrário do que muita gente pensa, o bebê não fica "tortinho" dentro do sling. "Se bem posicionado, o sling não causa danos para o bebê nem para a coluna da mãe", afirma a pediatra Maria Cristina.


Se por acaso, esta reportagem despertou desejo em você, temos aqui em Santos a Starling que faz slings com argolas sem emendas, de algodão, com patchwork, entre em contato: starling.sling@hotmail.com ou veja no orkut a coleção!

domingo, 23 de agosto de 2009

Você sabe qual a função da Doula?


Antigamente os partos eram realizados pelas parteiras que cuidavam da mulher em todos os aspectos. Hoje os partos são feitos em hospitais com uma equipe especializada. Obstetras que têm a função de fazer o parto, pediatra para avaliar a saúde do bebê, a enfermeira e auxiliares que devem auxiliar os médicos para que nada falte e atender as outras mulheres também. E quem oferece assistência à mulher que está dando à luz?

Esse é o papel da Doula, atender as necessidades da mulher. O ambiente hospitalar e as pessoas desconhecidas geram na mulher medo, dor e ansiedade na hora do parto. A Doula então oferece todo apoio afetivo e emocional para que a mulher sinta-se segura e tranqüila para um dos grandes momentos da sua vida: o nascimento do seu filho.

A Doula antes do parto ajuda a mulher e o seu companheiro a refletirem e escolherem suas opções para o parto, explicando os diferentes tipos, as vantagens e desvantagens de cada um, as intervenções que podem ser realizadas e prepara a mulher para quando chegar a hora do parto.Durante o trabalho de parto, a Doula serve como uma ponte entre os complicados termos médicos e a parturiente, oferece massagens, ajuda a parturiente a encontrar posições mais confortáveis para o trabalho de parto, mostra formas eficientes de respiração e propõe medidas naturais que podem aliviar as dores, como banhos, massagens e relaxamento.

A Doula não substitui o acompanhante. Ela também dá suporte e orienta o acompanhante a oferecer apoio e conforto à mulher, mostrando como ser útil e não ficar perdido na assistência a mulher, o que normalmente ocorre.

Realizamos consultas durante a gestação para orientações ao casal, abordando temas como amamentação, cuidados com o bebê...; além do acompanhamento no trabalho de parto, parto e pós parto.
Lembre-se que até uma cesárea pode ser humanizada!

Invista em você!

Paralisia Cerebral acontece antes do parto, indica estudo...

Paralisia cerebral acontece antes do parto, indica novo estudo Por Jane E. Brody :: 11:22 26/02
Apesar de uma crença comum entre médicos e leigos de que a paralisia cerebral resulta da falta de oxigênio no cérebro do bebê durante o parto, um novo relatório diz que a asfixia durante o nascimento corresponde a apenas 10% dos casos, no máximo. O estudo descobriu que a grande maioria das crianças que desenvolve paralisia cerebral passa por problemas pré-natais, incluindo infecções maternas, doenças de coagulação e derrames, que danificam o cérebro muito antes do parto começar. As descobertas foram descritas na última terça-feira em uma coletiva de imprensa em Albany, Nova York, realizada pela divisão do estado da Faculdade Americana de Obstetrícia e Ginecologia, que estava preocupada com a crescente indisposição dos médicos em praticarem a obstetrícia por causa dos riscos de processos e indenizações. As descobertas, baseadas em centenas de estudos científicos, foram reunidas por um conselho de especialistas da Faculdade Americana de Obstetras e Ginecologistas e a Academia Americana de Pediatria. O relatório representa a primeira vez em que o país analisou todas as variáveis e estudos de uma só vez, e "mostra claramente que não há uma causa de paralisia cerebral", afirmou David Clark, médico de neonatal na Faculdade Médica de Albany. O relatório, revisado por 100 especialistas independentes, foi apoiado por um amplo grupo de organizações, incluindo a Fundação March of Dimes de Deficiências do Nascimento, o Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano e o Centers for Disease Control and Prevention (CDC). A paralisia cerebral é uma doença relativamente rara que se torna aparente no segundo ou terceiro ano de vida da criança e afeta aproximadamente meio milhão de americanos. Há diversas formas diferentes de paralisia, todas elas envolvendo a falta de postura e controle dos movimentos. Apenas uma forma é relacionada à falta de oxigênio no cérebro durante o nascimento. Os bebês que desenvolvem paralisia cerebral geralmente têm sintomas de encefalopatia neonatal, caracterizada pela falta de força muscular e reflexos, problemas de respiração e convulsões. A encefalopatia neonatal pode ou não resultar em danos cerebrais permanentes. Os processos com altas indenizações estão fazendo ginecologistas e obstetras em diversos estados a deixarem a profissão, se aposentarem mais cedo ou se recusarem a tratar de gravidezes de alto-risco.

Dieta na gestação pode afetar a saúde óssea do seu filho em longo prazo, diz estudo...


02 de julho de 2009 (Bibliomed).


Manter uma alimentação saudável e equilibrada durante a gestação pode ser a chave para que o filho tenha boa saúde óssea em longo prazo, segundo estudo apresentado esta semana na Conferência Nacional da Sociedade de Osteoporose do Reino Unido. E os pesquisadores acreditam que isso pode, inclusive, reduzir os riscos de osteoporose mais tarde.
Os pesquisadores da Universidade de Southampton avaliaram quase 200 gestantes, considerando dois padrões gerais: um da dieta saudável, rica em frutas e hortaliças, iogurte, pão de trigo integral e cereais; e outra, menos saudável, com bastante batatas fritas e assadas, açúcar, pão branco, carne processada, vegetais enlatados e refrigerantes.
A avaliação dos ossos de crianças de nove anos indicou que as mães que aderiram a uma dieta mais saudável durante a gestação, principalmente nos últimos meses de gravidez, tinham filhos com ossos maiores e mais densos. Segundo os autores, essas crianças teriam ossos com 11% mais conteúdo mineral e 8% maior área do que os filhos daquelas com piores dietas.
Mesmo quando as mães eram agrupadas pelo status tabágico (dependendo de quantos cigarros fumam), pelos níveis de vitamina D no organismo e classe social, as diferenças entre as dietas continuaram afetando significativamente os ossos dos pequenos. E essa relação também seria independente das medidas da criança – altura, peso, circunferência do braço e peso ao nascer.


Fonte: National Osteoporosis Society Conference. Conference News. 01 de julho 2009.

Por isso mamães, vamos nos cuidar!
Seu bebê nascerá mais saudável e além disso, vocês voltam em forma mais rápido...

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Reportagem AT Revista 10 de maio de 2009

"Uma grande recompensa" por Thays Lyra
Muitas mães estão optando pelo parto humanizado, um conceito que vem ganhando cada vez mais adeptas por respeitar a vontade da mãe e a fisiologia do corpo da mulher.
- Aumento de vínculo: Vantagens não faltam para quem pode e quer respeitar o tempo de uma gravidez normal. Professora da Universidade Lusíada, a obstetra Claudia Ribas Araújo Starnini explica o aumento do vinculo materno-fetal melhora muito com esse tipo de parto. "Diminui a chance de uma depressão pós-parto porque ela respeitou o seu tempo e o tempo do bebê. Além disso, há menos infecções de pele localizadas e efeitos colaterais à anestesia".
Claudia destaca que a gestante acaba se sentindo mais confiante como mãe e mulher. "Muitas evitam o parto natural por falta de conhecimento. O bebê nasce sem estar pronto, com a chamada Síndrome de adaptação respiratória, porque ainda tem líquido aminiótico no pulmão. A passagem da criança pelo canal de parto, que acontece no parto normal, melhora essa adaptação no lado de fora".
- Apoio Incondicional: Dentro desse processo, uma figura que se destaca é a doula. Pense em uma pintura antiga de parto: você vai ver além da parteira, alguém que leva os panos, pega água, segura a mão da futura mamãe... essa é a doula, a mulher que serve. " A função dela é tirar as dúvidas, explicar o que vai acontecer com a mãe durante o trabalho de parto, como são as dores, o que ela deve fazer para amenizá-las e ficar por perto, inclusive na sala de parto", esclarece Paula Yuri Sampa, fisioterapeuta, que trabalha como doula há seis meses em Santos.
"Ensinamos exercícios perineais para ela saber onde e de que maneira deve fazer força. Fazemos massagens e transmitimos conceitos de meditação e relaxamento para que a mãe esteja bem emocionalmente". Segundo Paula, tudo isso é feito para diminuir o desconforto da parturiente e fazer com que ela compreenda que um parto normal só traz vantagens.